DESINFORMADOS E MANIPULADOS
Quem não busca conhecimento, aprendizado, saber, certamente, está sujeito aos de péssima reputação e principalmente, os que se utilizam de má fé.
A campanha eleitoral de 2022 está revelando o caráter das pessoas, ou seja, nenhum.
Atribuir “canibalismo” ao Presidente é algo inominável e praticado por aqueles que gostam da política repulsiva, asquerosa, rasteira.
Como diz o velho ditado:
“A boca fala daquilo que o coração está cheio”.
Não dá para esperar nada de diferente da esquerda.
São seres abjetos, vindos do limbo e tal qual uma bactéria, a intenção é contaminar o ambiente.
Os desinformados, os preguiçosos da pesquisa, caem no conto.
MAÇONARIA
Outra idiotice – para não falar de uma burrice galopante – é falar que o Presidente é integrante da Maçonaria.
Os neófitos, os dormentes, sequer sabem o que é Maçonaria.
Não sabem a história, nem a seriedade, menos ainda sobre retidão ou caráter.
O Presidente não é Maçom!
A Maçonaria vai muito além da compreensão dos mundanos e lhes falta a luz do saber para o devido entendimento.
O que é de domínio público não atinge uma fagulha das estruturas e dos compromissos maçônicos.
E outra coisa que vou lhes ensinar:
“Quem é Maçom não diz – porque quem diz – não é”.
PESQUISAS
Instituto de pesquisa virou sinônimo de piada no Brasil e por uma série de fatores: erros grosseiros, manipulação, lojinhas de porcentagem e interesses irreveláveis, só para citar alguns.
O tal de IPEC – antigo IBOPE - que cometeu “erros”em 26 das 27 pesquisas realizadas, pelo visto, não aprendeu nada.
A credibilidade anda na marca zero e tendente para o negativo.
Ainda assim, o tal IPEC divulgou às vésperas do pleito eleitoral do dia 2 de outubro, a margem de folga na preferência eleitoral pró-cachaceiro.
Errou por dois dígitos!
Continua errando e isso é proposital – para não dizer “intencional”.
A última pesquisa divulgada aponta um crescimento entre 10 e 11 pontos percentuais para Bolsonaro em apenas uma semana.
Podem mudar de profissão!
ABSTENÇÕES
Talvez, o brasileiro vá entender os riscos de uma abstenção, caso aconteça uma catástrofe eleitoral com vitória da esquerda.
Talvez, o sujeito matando o cachorro ou gato de estimação para comer, consiga entender o que é “socialismo”.
Enquanto tais descompromissados não atinam para as suas responsabilidades, vamos números apavorantes:
32 milhões de brasileiros não compareceram às urnas no dia 2 de outubro.
Isso me faz lembrar de alguns países vizinhos, agora administrados pela esquerda, onde os habitantes não foram votar.
Muitos deixaram a “bunda gorda no sofá” e deram de ombros para, em seguida, protestarem nas ruas com um “fora governo”, sem legitimidade.
Se abstiveram e estão pagando o preço.
Não cumpriram com suas responsabilidades e estão sofrendo as consequências.
Acordem, brasileiros.
Ainda é tempo.
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