INCERTEZAS
A vida na terra virou uma grande bola de incertezas, dúvidas e desinformações.
Queiram ou não admitir, a contrainformação ou a proibição de informações corretas está em pleno vigor – sem contestações.
Muitos se deixam levar e sequer questionam fatos que não resistem ao menor tino investigativo.
Senão, vejamos:
- Por que as vacinas contra os efeitos do Coronavírus tiveram os prazos de eficiência reduzidos?
- Por que os vacinados continuam sendo contaminados, transmitindo o vírus e morrendo?
- Por que a exigência de passaporte vacinal se não garante absolutamente nada?
- Por que não se fala amplamente sobre os possíveis efeitos colaterais das vacinas?
- Por que não informam claramente que cada organismo reage de uma maneira?
- Por que a cada hora surge um novo vírus e se fala em novo tipo de vacina?
- Por que não divulgam qual tem sido o faturamento das farmacêuticas com as vacinas?
Por que a internet bloqueia os questionamentos e posições diferenciadas ou contrárias ao senso comum?
E poderia elencar aqui mais uma dezena de dúvidas sem respostas.
ELEIÇÕES 2022
Entre tantos acontecimentos reservados para este ano eleitoral, alguns já produzem comentários aos borbotões, como por exemplo, a tentativa do ex-presidiário Lula de buscar votos no ninho dos descontentes.
Ao convidar Geraldo Alckmin, o cachaceiro que é rodeado de péssimos exemplos morais como ele próprio, também busca um ar de honestidade para a sua campanha, o que é praticamente impossível.
Alckmin tem “fatos nebulosos” como a merenda escolar para dar muitas explicações e claro, o episódio será explorado na campanha eleitoral.
Como se não bastasse – considerando que o ex-governador paulista tenha seu eleitorado – é de se imaginar qual será a ginástica necessária para explicar que em 2018, o chamamento de “ladrão” aparece em muitos vídeos quando se referenciava a Lula e ao PT.
EM SANTA CATARINA
O disse-me- disse dos interesses eleitorais continua produzindo seus efeitos.
Do nada, o Presidente Estadual do MDB Celso Maldaner – que andava sumido – voltou a dizer que o partido será “protagonista” em 2022.
Salvo melhor entendimento, o caso é que Maldaner está sozinho em tal afirmação.
É de conhecimento geral que os deputados da Assembleia Legislativa querem o governador Moisés – se não filiado, mas como candidato.
Celso Maldaner ainda não entendeu isso?
O MDB rachado em várias alas deverá convencer seus filiados que a escolha – apioar Moisés ou filiá-lo - “é o melhor caminho”, tarefa que não será das mais fáceis.
NÃO SE FALA, MAS É POSSÍVEL
Como estamos vivendo um período em que não sabemos quem manda e nem quando um Poder interfere em outro, a possibilidade de exigência de passaporte de vacina para as eleições de 2022 pode muito bem sair de alguma mente brilhante no Tribunal Superior Eleitoral.
Sabem que o tal passaporte não garante nada e que vacinados também são contaminados e continuam contaminando, mas se é para complicar para que simplificar?
Num Brasil virado de cabeça para baixo e “onde o poste mija no cachorro”- tudo é possível.
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