Enquanto Lula pressiona pela rápida aprovação da proposta que acaba, antes do período eleitoral, com a escala de 44 horas semanais, que a rigor nem existia, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), viu o pagamento de suas emendas parlamentares ganharem tração nos 30 dias em que o texto tramitou pela comissão especial da Casa, até ser votada e aprovada em Plenário, em igualmente incomum celeridade.
O governo pagou mais de R$24,1 milhões das emendas do deputado.
No dia em que Lula se reuniu com Motta para falar sobre o tema, na segunda-feira passada (25), o governo pagou uma emenda de R$100 mil.
Só na semana passada, sem dó de abrir o cofre e com a pressa de quem está com o pai na forca, o governo pagou mais R$2,5 milhões.
No nono dia da comissão especial, quarta (6), na primeira semana que teve até sessão numa sexta-feira, foram pagos mais R$9,9 milhões.
Ao todo, foram 55 pagamentos para diversas finalidades e municípios da Paraíba.
A fatura exata foi de R$24.193.391,97. E PEC aprovada.

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