Evoluiu para pior a situação da vigilância terceirizada na Secretaria de justiça e Reintegração Social de santa Catarina (SEJURI/SC).
Das manifestações de protestos contra a falta de pagamento da empresa SEGPLUS aos seus colaboradores, o caso descambou para as paralisações e em algumas unidades, os profissionais não assumiram os seus postos.
Foi o caso de Joinville, onde a Polícia Penal foi obrigada a assumir as guaritas, antes ocupadas pelos vigilantes.
Atraso no pagamento de salários, extras, vale refeição e até vale transporte. Tudo está na pauta.
Boatos dão conta de uma suposta situação financeira ruim por parte da empresa, assikm como mencionam, o fim do contrato com o Estado de Santa Catarina, previsto para o mês de agosto de 2026.

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