Desde a manhã da última segunda-feira, empregados da empresa SEGPLUS que faz vigilância em algumas unidades prisionais de Santa Catarina - terceirizada da SEJURI/SC - estão ameaçando paralisações por atraso na folha de pagamento e quitação de atividades extras que foram executadas no mês de junho.
O atraso é rotineiro, segundo os colaboradores.
Na noite de ontem, na Colônia Industrial da Palhoça, os vigilantes ameaçaram "não render" os colegas que estavam de serviço e assumirem seus postos.
Uma conversa com o supervisor de plantão e a situação foi contornada, momentaneamente.
Na manhã desta quarta-feira, por volta de 8:30 min, a manifestação ocorreu no Presídio Regional de Joinville.
A empresa enviou mensagem em grupo de Whatsapp, onde afirma que está com "dificuldades de recebimentos"e que "lamenta os transtornos causados".
No entanto, a informação de quando haverá solução do problema não foi disponibilizada.
Funcionário com dívida de pensão alimentícia (o que dá cadeia no Brasil), manifestou preocupação com a situação.
A SEJURI - Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social - segue em silêncio.

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