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Terça-feira, 21 de Julho 2026
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PRESIDENTE NÃO RECONHECE DERROTA E NEM PEDE DESMOBILIZAÇÃO

O Brasil continua como um barril de pólvora

PRESIDENTE NÃO RECONHECE DERROTA E NEM PEDE DESMOBILIZAÇÃO
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O BÁSICO DO BÁSICO

A situação do Brasil é de insegurança.

Ninguém sabe o que vai acontecer no minuto seguinte.

De quebra, ainda veja pessoas publicando em suas redes sociais que o MTST está reunindo militantes para “atuar no desbloqueio de estradas brasileiras”, sob os auspícios do deputado eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP).

A publicação foi feita pelo site scc10.com.br

Mas quem é o Boulos na fila do pão?

Querem uma guerra civil?

Querem o confronto?

Caso isso aconteça, acredite: terão.

AUDITÁVEL?

Todas as dúvidas que pairam sobre as eleições desde o primeiro turno, possuem um único viés:

- Os votos não são auditáveis!

Posso ir além:

- Os votos, também não podem ser ditos como dados no candidato pretendido pelo eleitor.

Circula nas redes sociais um vídeo, onde uma fiscal eleitoral mostra o voto de uma pessoa e a máquina registra para os dois candidatos.

Imaginem a situação:

- Você vota em um, mas o outro também recebe o voto!!

A conta não vai fechar, jamais!

Em resumo: as urnas não são confiáveis!

DIANTE DISSO

Tudo o que se pode pensar, imaginar ou fazer ilações, está permitido.

Ninguém capacidade técnica, palpável para apresentar contestações ou dirimir qualquer dúvida, a não ser, a simples palavra.

- “Eu garanto”?

- “La garantia soy jo”?

Não serve diante de um Brasil inteiro de desconfianças e cheio de dúvidas quanto ao processo.

Não há Ministro do STF ou do TSE que convença.

Para que todo processo seja esclarecido, a situação é urgente que se esclareça nos mínimos detalhes.

ISENTÕES

Ao final do processo eleitoral no seu segundo turno, o TSE apontou que 37.600.000 eleitores não votaram.

São os isentões que preferiram ficar em cima do muro.

Serão os mesmos que, em breve, estarão atrás das telinhas dos smartphones, notebooks e etc, protestando contra os preços altos, a corrupção, a falta de hospitais, os desmandos e desvios.

Que fique claro: sem nenhum direito.

Quem não cumpre com seus deveres, também não pode exigir.

Mas os veremos e isso não levará tempo.

O caminho será o de lembra-los da passividade, omissão presente no momento em que o Brasil mais precisou.

O PRESIDENTE FALOU

O presidente Jair Bolsonaro (PL), finalmente, falou na tarde de ontem.

Depois de horas de silêncio e com o país sendo transformado no caos, a palavra oficial foi algo incompleto: nem sim, nem não.

Apontando o processo eleitoral conturbado, Bolsonaro não reconheceu a derrota.

Falou em liberdade de manifestações, porém, pediu que não se impeça o direito de ir e vir, o que foi interpretado como "ato estratégico".

Em outras palavras: não falou em desmobilizar, tampouco incentivou, o que poderia ser considerado crime de desobediência civil.

Segundo informações, as manifestações marcadas para hoje devem ocorrer em frente aos quartéis do Exército Brasileiro.

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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