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Sabado, 14 de Marco de 2026

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POSE DE ISENTÃO

O Brasil precisa de mais participação dos eleitores

POSE DE ISENTÃO
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NADA DEMAIS

Está cada vez mais difícil convencer determinadas pessoas que buscamos um Brasil melhor para todos.

Se a economia vai bem, os caminhos nos levam a aproveitar as oportunidades.

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Se a economia vai mal, os tropeços atingem a todos.

No entanto, o universo de interesses possui diferentes vertentes:

1 - Há os que gostam de trabalhar, viver dos próprios esforços, conquistar com cada

labuta.

2 – Existem os parasitas, sanguessugas e que necessitam de um hospedeiro, o que no presente caso são os que produzem, pagam impostos.

3 – Existem os viciados em corrupção, propinas, desvios de recursos, assaltos aos cofres públicos e muitos andam sentindo os efeitos da abstinência.

No frigir dos ovos, temos dois caminhos:

Primeiro: aceitarmos a simbiose parasitária e sustentarmos os dependentes.

Segundo: nos livrarmos deles e da dependência que produzem, cultivam, porque sem ela, não sobrevivem.

A MESMA REGRA

Nossa condição só vai melhorar no dia em que passarmos a enxergar a necessidade de nos livrarmos daquilo que não presta.

Livre-se de quem não soma na sua vida: supostos amigos, conhecidos, acúmulos inúteis em casa e principalmente, políticos.

Do mesmo modo que “algumas tralhas”, apenas ocupam espaço na sua coisa e sem nenhuma utilidade, os políticos carregam a mesma função.

Fanfarronices, eternos palanques – são atos e ações de quem não tem nada para apresentar ou que tenta esconder o próprio rabo, muitas vezes, comprometido com comportamentos nada republicanos.

Livre-se! Comente com seus conhecidos, explique (ainda que mais de uma vez), ensine, esclareça, leve conhecimento.

Lembre aos desavisados que um político safardana ao ser votado e eleito, também recebe uma procuração por 4 anos e salvo um acidente de percurso, irrevogável.

Conhecendo a inutilidade, o caminho é jogar fora.

FALANDO EM JOGAR FORA

Faça uma “brincadeira séria” com os seus amigos:

Liste os vereadores da sua cidade e procure saber o que cada um vem fazendo no seu mandato.

Quantos Projetos de Leis foram apresentados e que seguem rigorosamente o interesse público?

Aposto: a decepção será imensa!

Pior ainda quando você colocar no papel que: no período de 4 anos, o “nobre vereador” recebeu 48 salários gordos para fazer absolutamente nada.

Quer ficar “ainda mais P da vida”?

Pegue o número de Projetos de Lei de interesse público e divida pelo valor dos salários recebidos.

Vai encontrar a “grande maioria” sem ter apresentado um único projeto, mas tendo custado os “olhos da cara aos cofres públicos”.

AS PESSOAS FAZEM ISSO?

Infelizmente, não fazem!

E há um motivo que passa desapercebido: a maioria esmagadora se esquece que o dinheiro de um município, na verdade, pertence a todos.

Como o sujeito não tem a sensação de “enfiar a mão no bolso”, o fato acaba passando batido.

Mas aí é que vem a grande sacada:

- Você não coloca a mão no bolso, apenas aparentemente. Na verdade, colocam a mão no seu bolso, surrupiam seu dinheiro e você nem se dá conta.

Seria diferente se todos os meses ou uma vez por ano, o carnê-politico chegasse na sua casa e ainda discriminado:

R$ ...pagamento do prefeito

R$ ...pagamento do vereador

R$...pagamento dos servidores públicos

Aposto que sua reação seria outra.

No mínimo perguntaria:

- Mas por que estou pagando um sujeito que não serve pra nada?

Muitas vezes, sem perceber, está lhe custando caro.

O seu desinteresse lhe dá a falsa sensação de “não é comigo”.

Além de ser, o comportamento mostra que você paga de otário.

Se acha “o espertão”ou “o isentão”, mas no fundo não passa de um trouxa desinformado.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Sérgio Peron

Publicado por:

Sérgio Peron

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