NADA DEMAIS
Está cada vez mais difícil convencer determinadas pessoas que buscamos um Brasil melhor para todos.
Se a economia vai bem, os caminhos nos levam a aproveitar as oportunidades.
Se a economia vai mal, os tropeços atingem a todos.
No entanto, o universo de interesses possui diferentes vertentes:
1 - Há os que gostam de trabalhar, viver dos próprios esforços, conquistar com cada
labuta.
2 – Existem os parasitas, sanguessugas e que necessitam de um hospedeiro, o que no presente caso são os que produzem, pagam impostos.
3 – Existem os viciados em corrupção, propinas, desvios de recursos, assaltos aos cofres públicos e muitos andam sentindo os efeitos da abstinência.
No frigir dos ovos, temos dois caminhos:
Primeiro: aceitarmos a simbiose parasitária e sustentarmos os dependentes.
Segundo: nos livrarmos deles e da dependência que produzem, cultivam, porque sem ela, não sobrevivem.
A MESMA REGRA
Nossa condição só vai melhorar no dia em que passarmos a enxergar a necessidade de nos livrarmos daquilo que não presta.
Livre-se de quem não soma na sua vida: supostos amigos, conhecidos, acúmulos inúteis em casa e principalmente, políticos.
Do mesmo modo que “algumas tralhas”, apenas ocupam espaço na sua coisa e sem nenhuma utilidade, os políticos carregam a mesma função.
Fanfarronices, eternos palanques – são atos e ações de quem não tem nada para apresentar ou que tenta esconder o próprio rabo, muitas vezes, comprometido com comportamentos nada republicanos.
Livre-se! Comente com seus conhecidos, explique (ainda que mais de uma vez), ensine, esclareça, leve conhecimento.
Lembre aos desavisados que um político safardana ao ser votado e eleito, também recebe uma procuração por 4 anos e salvo um acidente de percurso, irrevogável.
Conhecendo a inutilidade, o caminho é jogar fora.
FALANDO EM JOGAR FORA
Faça uma “brincadeira séria” com os seus amigos:
Liste os vereadores da sua cidade e procure saber o que cada um vem fazendo no seu mandato.
Quantos Projetos de Leis foram apresentados e que seguem rigorosamente o interesse público?
Aposto: a decepção será imensa!
Pior ainda quando você colocar no papel que: no período de 4 anos, o “nobre vereador” recebeu 48 salários gordos para fazer absolutamente nada.
Quer ficar “ainda mais P da vida”?
Pegue o número de Projetos de Lei de interesse público e divida pelo valor dos salários recebidos.
Vai encontrar a “grande maioria” sem ter apresentado um único projeto, mas tendo custado os “olhos da cara aos cofres públicos”.
AS PESSOAS FAZEM ISSO?
Infelizmente, não fazem!
E há um motivo que passa desapercebido: a maioria esmagadora se esquece que o dinheiro de um município, na verdade, pertence a todos.
Como o sujeito não tem a sensação de “enfiar a mão no bolso”, o fato acaba passando batido.
Mas aí é que vem a grande sacada:
- Você não coloca a mão no bolso, apenas aparentemente. Na verdade, colocam a mão no seu bolso, surrupiam seu dinheiro e você nem se dá conta.
Seria diferente se todos os meses ou uma vez por ano, o carnê-politico chegasse na sua casa e ainda discriminado:
R$ ...pagamento do prefeito
R$ ...pagamento do vereador
R$...pagamento dos servidores públicos
Aposto que sua reação seria outra.
No mínimo perguntaria:
- Mas por que estou pagando um sujeito que não serve pra nada?
Muitas vezes, sem perceber, está lhe custando caro.
O seu desinteresse lhe dá a falsa sensação de “não é comigo”.
Além de ser, o comportamento mostra que você paga de otário.
Se acha “o espertão”ou “o isentão”, mas no fundo não passa de um trouxa desinformado.
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