A IGREJA E O CORONA
Circula em grupos de WhatsApp um novo vídeo do Padre – que agora sei que se chama André – com pedido de desculpas pela abordagem intempestiva sobre as restrições causadas pela pandemia de Coronavírus.
Louvável atitude e demonstração de humildade.
Não se deve falar por emoção! A razão deve preponderar acima de tudo e o momento é de união de todos, ensinando e repetindo sobre o bom comportamento da população em relação ao vírus.
A “peste chinesa” age muito rápido e ainda vai matar muitos, principalmente, os que se acham imunes ou dotados de superpoderes.
PSICOLÓGICO
Após um ano convivendo com o vírus, o abalo psicológico nas pessoas é notório.
Uma palavra de conforto, uma orientação, uma recomendação são ações bem-vindas e as igrejas (todas as denominações) podem fazer muito.
Se o momento é de mudanças, novos tempos, as ferramentas da internet se tornam de grande valia para tais propósito.
É hora de reaprender o ato de “estar junto”!
Se não pode ser presencialmente – que seja virtualmente.
AS PESSOAS NÃO APRENDEM
Basta observação ínfima para vermos que as pessoas não seguem as recomendações de distanciamento, uso de máscara e etc.
Nos mercados, lotéricas, bancos, as aglomerações chegam a arrepiar.
Parecem zumbis que se atiram ao perigo e sem nenhum tipo de raciocínio. Os riscos estão aí e matando pessoas todos os dias.
Pior: os zumbis se contaminam e levam o vírus para dentro de suas casas, matando entes familiares e outras pessoas próximas.
A fatura vai chegar!
Aguardem!
DERROTA
A retomada do julgamento da “suposta suspeição do ex-juiz Sergio Moro” no Supremo Tribunal Federal – no mínimo – foi uma derrota para a decisão monocrática do Ministro Edson Fachin e suas concessões para Lula.
Não é compreensível que apenas “anos mais tarde”, a mais alta Corte Judicial do país entenda que o juízo de primeira instância e à frente da Operação Lava-Jato, a existência de uma Força-tarefa e etc. não tenha o condão do julgamento de crimes ocorridos no território brasileiro.
Tratou-se de uma “operação especial de desmantelamento de uma quadrilha” e não uma decisão solitária.
Todos os tribunais confirmaram as sentenças e agora o STF – por apenas um ministro – resolveu mudar as regras do jogo.
LOCKDOWN
Não será o fechamento - do Estado de Santa Catarina e nenhum outro - por período de 14 dias (como querem os sábios encastelados) que resolverá o problema da pandemia do Coronavírus.
Já tentaram isso e virou em nada.
Tudo o que conseguirão será a hemorragia inestancável de uma economia que já vem em frangalhos e só não é pior porque os pequenos e médios empresários não deixaram de pagar seus impostos e o fizeram com muito sacrifício.
Mais dias parados significa: mais empresas fechadas, mais desemprego, mais desespero.
A não ser – como ecoa por aí – que a intenção seja a de quebrar a economia do país e com o objetivo de atingir ao governo federal.
BURRICE CAMPEIA
Vou creditar o caso à falta de informação, boa leitura, boas pesquisas.
Algumas pessoas acham que os municípios devem “inventar hospitais de campanha” para atendimento aos casos da Covid 19.
Até parecem que se trata apenas de “montar uma barraca de acampamento” e todos serão felizes para sempre.
Há que imagine que “tudo se resume ao dinheiro”.
Se esquecem do principal requisito e que está em falta: material humano!
Médicos, enfermeiros (as), técnicos, pessoal de suporte – todos à beira de um colapso mental, estressados e esgotados.
Não há mão de obra disponível!
Hospitais em desespero para contratar profissionais – porque eles também ficam doentes, principalmente, acometidos da Covid 19.
O que fazer com o ser humano desinformado?