TEMERIDADE
Olhando para trás e recordando meus tempos iniciais de escola, confesso que temo pela juventude e no que se transformarão amanhã.
A militância contaminante tomou conta dos professores, salvo raros casos.
A escola perdeu a essência e a preferência está na doutrinação para temas perigosos.
Há muito tempo se deixou matérias, como: Ciências, Matemática, Português, História e etc.
Hoje em dia, a orientação é discutir sexualidade em sala de aula, professores simulando eleições, mas orientando o aluno para a sua preferência esquerdopata.
Nos meus dias de estudante, os professores eram reverenciados, respeitados, adorados.
Hoje em dia, o nivelamento está tão baixo que são tratados como iguais e por isso, até apanham em sala de aula.
A culpa é dos próprios professores e suas preferências políticas ministradas em aulas.
Deixaram de ensinar o respeito e passaram a defender a rebeldia.
Neste caso, também se aplica plantio e colheita.
IDIOTIZADOS
A falta de conhecimento é tanta que beira ao analfabetismo.
Jovens que desconhecem matemática básica e não conseguem fazer operações simplórias. Para tanto, o caminho é a utilização de uma calculadora, ainda que seja no celular, objeto presente em sala de aula.
Salvo raridades, os jovens não conseguem desenvolver uma conversa sobre qualquer tema do cotidiano.
O “papo reto” não dura minutos.
Português? Um desastre! Erros em palavras triviais, desconhecimento total de regras, concordância verbal é bicho de sete cabeças.
Se o professor der o tema, a falta de capacidade em desenvolvê-lo ficará evidenciada.
Se o aluno fizer a escolha, o desconhecimento será galopante.
Tenho pena da Educação brasileira, contaminada e perdida.
Levaremos décadas para recuperá-la.
E OS PAIS?
De uns tempos para cá, a educação que deveria vir de berço (de casa) foi transferida para a escola.
Escola não educa! Escola prepara com informações lincadas ao ensino.
Na escola, as crianças encontraram professores militantes, escrevendo com erros perturbadores de português, preocupados com ideologias, inclusive, de gênero.
Os pais permanecem alheios, imbecilizados.
São raros os casos (raríssimos) onde pais e mães discutem matérias com os filhos, conseguem sanar dúvidas, demonstram interesse.
Passando de série (e o esforço é grande para que não haja repetência) já estará ótimo.
Desvios de conduta, caráter duvidoso, drogas, rebeldia, psicólogo, psiquiatra e até a polícia. São verificações cotidianas de uma juventude perdida.
SEM EXEMPLOS
Se de um lado, a vida em família não serve de exemplo, a vida pública segue o mesmo caminho.
Pipocam denúncias de desvios de dinheiro público, prisão de governadores, ações da Polícia Federal, ou seja, cotidianamente, o jovem está vendo um mundo apodrecido, comprometido com o ilícito.
Para piorar, o pleito eleitoral dá mostras de que o crime compensa: um ex-presidiário, condenado por crimes dos mais diversos (um verdadeiro Código Penal de ilícitos), tido como chefe de quadrilha, corrupto e lavador de dinheiro, simplesmente é “descondenado” para concorrer à Presidência do País.
Para piorar, o cachaceiro defende "o direito ao assalto para roubar um celular e transformar o produto em dinheiro para tomar cerveja".
Como é que vamos explicar isso aos jovens?
Nosso futuro é sombrio!