NUNCA VI
No meu tempo de vida (e que não é pouco), assim como na atividade jornalística (que também é longa), jamais vi acontecimentos semelhantes aos atuais no Brasil.
Conheço por experiência, os lados do front e nos dias atuais, acompanho perplexo, a frouxidão que anda tomando conta do Brasil.
Talvez, a culpa esteja em nós mesmos, afinal de contas, demos vida para uma geração nutella, medrosa, cheia de recalques, fobias.
Possuem uma imunidade baixíssima no quesito coragem.
Deixam a desejar na dignidade, caráter, altivez, honra, bravura.
Estamos vendo a geração que até os 30 anos, ainda vive às expensas dos pais e recebendo mesada.
A maioria é repetente nos estudos, nunca andou descalço por medinho de micróbios, se dizem veganos, outros macrobióticos ou vegetarianos.
Geração frouxa!
Basta uma voz mais forte e se acham “agredidos”.
Ficam assustados com decisões sem enrolação.
Não se pode ir direto ao ponto.
Uma abordagem necessita de contornos, escolha de palavras, caso contrários, os seres sensíveis ficarão melindrados.
Frouxos é o que são!
SOU DE OUTRO TEMPO
Nos meus dias de infante, a vida era diferente, os costumes eram mais rígidos e nos deixavam prontos para qualquer coisa.
Sobrevivência na selva com apenas um cantil, um FAL 7.62, um tubo de ração, dois comprimidos de ivermectina e uma semana pela frente: lama, sol, chuva, nada de comida, exercícios duros, companheirismo, amizade, quilos a menos, mas homens de raça.
Prontos para qualquer coisa, a qualquer tempo e em qualquer lugar.
Tempos de respeito aos mais velhos no cotidiano, hierarquia e disciplina na caserna e coragem de sobra para qualquer situação.
Hoje em dia, os caras precisam da autorização da mamãe, não comem isso ou aquilo, sentem nojinho.
E ainda falam que serão “o futuro da nação”.
Imagino a bandalheira que nos aguarda, os esfalfados para tudo.
ADESTRADOS
Estamos vendo uma geração de adestrados!
Professores doutrinando alunos em sala de aula, mentindo descaradamente, utilizando-se de todo mau-caratismo imaginável para convencer aos adolescentes que estão ali subjugados, desviando-os do caminho da honradez.
Vendem-lhes, a fantasia do paraíso comunista perfeito, mas fazem questão de esconder os exemplos que estão a um toque do dedo e na tela de um computador ou smartphone.
Repetem, incansavelmente, o “churrasco de picanha”, mas não citam cães e gatos, animais que desapareceram da Venezuela, usados para alimentar pessoas famintas, desnutridas e carentes de proteína.
Com comportamentos de zumbis, acreditam nas mentiras e sabendo que são mentiras.
Amanhã, certamente, procurarão os que tem coragem para defende-los.
CHEGAMOS AO FIM DA CAMPANHA ELEITORAL?
Não se sabe, após o escândalo do “Radiolão”.
Alguém terá que responder.
Claramente, a campanha eleitoral foi desigual e com decisões favoráveis pendendo apenas para um dos lados.
Fosse em outros tempos, o povo já teria visto ministros presos.
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