DIFICULDADE
Algumas pessoas manifestam uma dificuldade imensa na leitura e interpretação do que está escrito.
Há quem entenda que “noticiar conquistas do Brasil” possui a vertente de apoiar o governo ou ser Bolsonarista.
Aqui há uma grande diferença e sem paixões:
Toda vez que o Presidente Jair Bolsonaro ou que os mais diferentes setores governamentais acertarem – vou aplaudir.
Do mesmo modo vou apontar erros em todos os setores do Executivo, Legislativo ou Judiciário.
Mais ainda, o ativismo, a interferência que extrapola limites.
Pelo visto, a convivência com a crítica é difícil para determinadas pessoas e setores.
CADA UM DEFENDE O SEU
Obviamente, os defensores de cada lado puxam a sardinha para o seu braseiro e procuram por justificativas – pelo menos tentam.
Tenho dito ao logo da vida, o seguinte: quem está de fora de uma situação consegue enxergar melhor.
Os envolvidos procuram razões para os seus atos.
Procuro observar o que é melhor para a coletividade, mas sem tirar o direito de quem quer que seja de expressar o seu ponto de vista.
Concordar e discordar faz parte da convivência!
Quem não consegue ter tal comportamento – no mínimo – deve se isolar e procurar a caverna mais próxima.
ELEIÇÕES
Dizia ontem numa reunião de trabalho – a primeira do ano – que não acredito nas pesquisas encomendadas e que estão sendo divulgadas.
Aliás, o tempo me ensinou isso e a prática, também.
Salvo muito me engano – e não sou o dono da verdade – o cenário atual ainda não apresentou um candidato capaz de derrotar Jair Bolsonaro.
Claro que a eleição não será a mesma de 2018, afinal de contas, tudo passa por um processo de mutação, alterações, situações e etc.
A esquerdalha - virulenta e barulhenta – está iludida e “criando” um quadro inexistente para Lula.
Estão mentindo para Lula e para eles próprios.
Difícil saber quem é o mais mentiroso nisso tudo: se Lula que acha que pode ser eleito ou quem lhe diz a mesma coisa.
Vão cair do cavalo!
EM SANTA CATARINA
A situação catarinense, também vai se afunilando com a redução de candidaturas.
Pelos últimos acontecimentos e a falta de unidade partidária, o MDB não chegará num consenso.
Já começo a acreditar que as tais “prévias” de fevereiro serão esquecidas ou guardadas em alguma gaveta.
As alas existentes dentro do partido não encontram entendimento e cada um puxa para um lado.
Ainda são fortes, as chamadas “velhas raposas”.
Do jeito que as coisas andam e tão divididas, a tendência é de se repetir o resultado de 2018 – quando Mauro Mariani não foi nem para o segundo turno.
SEM PROTAGONISMO
Aquele discurso “cantado em verso e prosa” de que o MDB seria protagonista – inclusive concorrendo com chapa pura – se foi, derreteu, desintegrou.
Na atual circunstância, a coadjuvância e olhe lá!
O partido - que é o maior do Estado – deixou que os integrantes e praticantes da velha política (leia-se: Paulo Afonso, Dário Berger e outros menos cotados), ditassem as regras.
Com isso, as chances de união em torno de um projeto para o Estado se foram, esvaíram-se nos vertedouros dos interesses individuais.
Ainda irão se juntar com o Governador Moisés – candidatíssimo!!
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