AH, MOISÉS!

O Governador Carlos Moisés - que vai para o Republicanos - disse ontem em entrevista ao ND que:
“Fomos enganados por muito tempo. Havia muito desvio e muita corrupção”.
Recentemente em Criciúma - num pronunciamento de liberação de recursos - chamou o Secretário de Administração Prisional e Socioeducativa Leandro Lima como testemunha de que uma obra de acesso ao Presídio daquela localidade, ainda não havia saído por causa de desvios na pasta, sobrepreço e etc.
Acontece que o Secretário era o mesmo, ou seja, convidou-o a ratificar as mutretas da pasta dirigida pelo próprio.
Ontem em Joinville, o tema voltou à baila quando disse:
Estamos fazendo uma economia de mais de R$ 500 milhões por ano com revisão de contratos!
Mas espere aí:
Sabe que houve desvios e não denuncia?
Em quais contratos o Estado foi lesado?
Quem são os responsáveis e por que ainda não foram penalizados?
Minimamente falando, o crime de prevaricação está claro como a luz do sol
Quem roubou?
Entregue, Moisés!
POSICIONAMENTO
É preciso ser muito imbecil e tapado para aceitar que os ladrões voltem ao Poder no Brasil.
Como disse Geraldo Alckmin nas eleições em 2018:
- Lula quer voltar à cena do crime!
Mais: está convidando seus párias para que efetivem as mesmas práticas de tempos não muito distantes.
Faz mais: recente, desencorajou investidores no caso das privatizações no Brasil e disse:
- Não comprem porque poderemos rever os contratos!
Ou seja: a camarilha precisa de um estado gigante para poder roubar!
Quanto mais estatais – maior será o aparelhamento e muito maior o volume de propinas, a corrupção que é genética na petralhada de alta plumagem.
Como é que pode existir quem não esteja enxergando isso?
PERGUNTAS EM TEMPOS DE ELEIÇÃO
Tenho um mantra que já repeti algumas vezes:
“Só dinheiro não ganha uma eleição, mas sem o vil metal é certo que o candidato não se elege”!
Daí surgem os questionamentos pertinentes:
- Quanto custa uma campanha para Deputado Estadual?
- Qual será o valor de uma campanha para Deputado Federal?
- E Senador?
- E Governador?
- E Presidente?
Não é pouco, podem acreditar!
Nos dias atuais, as fontes são variadas:
- Fundo Partidário
- Fundão Eleitoral
- Doações permitidas pela Lei Eleitoral
NÃO CHEGA
Salvo raros casos, os chamados “fundos nacionais” (Fundo Partidário e Fundão Eleitoral) não chegam no interiorzão do Brasil.
Ficam com os caciques e mal distribuídos – sempre com preferências.
Via de regra, os partidos preferem “apostar” naqueles que apresentam melhores chances de eleição.
Se eleger? Aí é outra conversa e depende da filiação, representatividade eleitoral da sigla, recursos financeiros e claro, votos!
Há quem necessite passar de 35 mil votos para – quem sabe – garantir uma cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, por exemplo.
Mas também há àquele que chegará com 20 mil votos e até sem muito esforço.
Outros – nem com reza brava!
TAMBÉM JÁ FALEI
A palavra “reeleição” causa uma espécie de asco no eleitor.
Pior ainda: se quem busca mais um mandato não dispuser de “produção” para apresentar, a situação piora muito.
O eleitor aprendeu que “se não fez com a chance dada, também não fará com uma segunda oportunidade.
Daí as dificuldades!
Muitos (senão a grande maioria) dos que buscam um segundo mandato terão decepcionais e com votações menores em suas bases eleitorais.
Frisando de novo: a internet será um grande diferencial.
A rede mundial de computadores poderá trazer e tirar votos dos pretendentes.
CUIDADO
As pessoas – aqui chamadas de eleitores e eleitoras – precisarão tomar muito cuidado com as mentiras, as chamadas falsas notícias e que objetivam prejudicar.
Além da responsabilidade judicial, o tiro poderá sair pela culatra.
Falei recentemente que “a campanha eleitoral de 2022 será sanguinária”, portanto, todo cuidado será pouco.
Checar a informação – em mais de uma fonte – para não correr o risco de ser enganado e ainda de quebra, levar um processo no lombo.
Precaução e caldo de galinha não fazem mal para ninguém!!
PIADA DO DIA
Pela tendenciosidade no jornalismo – a Globo será integrante da OTAN bem rápido do que a Ucrânia.
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