ÓDIO DO POVO
Analisando de modo mais profundo e à luz dos fatos – ainda sobre 7 de setembro – ficou claro o ódio que a esquerda sente do povo brasileiro.
Liderada pelo cachaceiro e ex-presidiário, o mar de gente nas comemorações de 7 de setembro e em apoio ao Presidente Jair Bolsonaro, recebeu das redações dos jornalões e do “capo-mor”, a denominação de Klu Klux Klan.
Tudo o que é contra a esquerda se torna racista.
Para a velha imprensa, os atos foram antidemocráticos, ameaça à democracia
Para o Ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, o tamanho do fascismo.
A grande dificuldade de Lula e da esquerda, é que a população vai para a rua para se manifestar contra eles.
Juntam os adestrados nos currais com sindicalistas, artistas e os baderneiros do MST que ainda acreditam na organização criminosa.
ATÉ FUNERAL
O consórcio da velha imprensa e a esquerdalha se incomodam até com a ida do Presidente no Funeral da Rainha da Inglaterra.
Acionaram a Justiça para que as imagens não fossem usadas.
Deve ser torturante ver a multidão que recepcionou o Presidente brasileiro.
Não querem a participação de Michelle Bolsonaro na campanha.
É até compreensível se olharmos pela questão da beleza, a fidalguia, a postura.
Ela tem e de sobra, a delicadeza que falta em Bolsonaro.
Mas quem quer um presidente delicado?
Queremos alguém que nos represente, nos defenda, defenda a nossa liberdade contra os tiranetes que andam aparecendo, agora, até de toga.
ANO ELEITORAL DIFÍCIL
Como já citei em outras oportunidades, as pesquisas eleitorais não são estáticas.
Aliás, o comportamento é de onda: ora em cima, ora em baixo.
Assim sendo, as dificuldades eleitorais num eventual segundo turno em Santa Catarina estão postas.
Entre 18 e 20% de intenção de voto num candidato ao governo do Estado, abre caminho para coloca-lo num eventual segundo turno.
A necessidade entre os pretendentes Moisés, Décio Lima e Gean Loureiro: crescer entre 4,5 e 5,5% na reta final.
Moisés é quem mais vem caindo nas pesquisas e Décio Lima é o detentor da maior rejeição, ultrapassando os 50%.
Gean Loureiro precisa da arrancada final e pelo visto, o candidato Jorginho Melo já carimbou a passagem para o segundo turno.
A expectativa é grande!
A PALAVRA É TRAIÇÃO
Nunca se viu na história de Santa Catarina um termo que carregasse tanta força: traidor!
O peso está sobre os ombros de Moisés que virou as costas para o Presidente Bolsonaro, embora tenha sido eleito na onda de 2018.
Para piorar a situação, o partido que virou aliado (leia-se MDB) repercute a palavra traição nas suas bases: foram enganados, traídos.
Não há – por mais promessa que se faça – meios de esquecer.
Entende-se então, a falta de engajamento e a queda vertiginosa na campanha de Moisés.
Segundo turno? Só se for com muita reza e acontecer um milagre.