OBVIEDADE
O resultado eleitoral de 2022 foi exatamente como previmos aqui desde outubro de 2021, portanto, há um ano.
A leitura dos acontecimentos e a experiência acumulada ao longo dos anos, também foram condimentos que ajudaram nas avaliações que fizemos.
Alguns precisarão mudar de profissão, afinal de contas, o jornalismo não comporta falastrões, as verborragias mentais cheias de achismos.
O bom de tudo isso é que as pessoas aprenderam a separar o joio do trigo.
As diarreias das falácias voltarão para a latrina de onde nunca deveriam ter saído.
Saber não é para todos.
PESQUISAS
Os institutos de pesquisas estão fadados à falência financeira.
A falência moral já aconteceu.
Não vou dizer a totalidade – até porque alguns foram prudentes – mas a maioria esmagadora sai das eleições de 2022 sem nenhuma credibilidade.
Erraram e erraram feio com mais de 10 pontos percentuais.
Resta descobrir – para que seja a última pá de cal – se os resultados foram fabricados ou adquiridos em lojinhas que vendiam percentuais (agora fechadas, certamente)
Os resultados de ontem, também decretaram a morte da velha imprensa que apostou todas as fichas com finalização no primeiro turno.
O consórcio de informações falsas tentou a última cartada para sobreviver e blefaram.
Deu no que deu!
IMPRENSA
Quem esteve comprometido com a verdade dos fatos, certamente cairá no agrado da população.
O jornalismo tendencioso terá que procurar outro nicho, distante das notícias – até porque – o descrédito será o carimbo em cada informação.
Jornalões como: O Globo, Folha de São Paulo, além dos portais de notícias UOL, g1 e outros menos cotados, devem estar preparados para as perdas, oxalá, encerramento das atividades.
A TV Globo será um capítulo à parte: em queda de audiência, queda de faturamento, demissões em quantidade, o caminho é ver se alguém ainda tem interesse na marca.
Acontece que falar em TV Globo é sinônimo de lixo e em todos os sentidos.
Vai ser difícil – até para achar comprador.
FIM DE PARTIDOS
O empate técnico entre Lula e Bolsonaro, mostrou, entre outras coisas, o quanto o PT mentiu nas eleições, principalmente, nas pesquisas.
Todos garantiam que seria no primeiro turno e não foi. Os percentuais foram comprados, como foi visto e escancarado.
Mudaram as cores da campanha, tentaram ludibriar a população, usaram de artifícios para enganar, mas não deu certo, como já era esperado.
A internet foi a grande ferramenta do eleitor.
Checou em tempo real, as falcatruas tentadas e deu a resposta.
EM SANTA CATARINA
O segundo turno já estava previsto e isso ficava cada vez mais claro, conforme desenrolava a campanha eleitoral.
Antevimos o desgaste do Governador Carlos Moisés por todos os acontecimentos que cercaram seu governo.
Alertamos sobre o racha no MDB e previmos:
- As bases não votarão em Moisés porque sentiram-se traídos pela cúpula da sigla.
Dito e feito!
Previmos a eleição de Antídio Lunelli (o candidato que sofreu uma das maiores frituras de um partido), reconhecido em todo Estado de Santa Catarina como o candidato ideal do MDB, mas que contrariava interesses irreveláveis das altas hostes.
O MDB saiu apequenado da eleição e precisará de um Antídio Lunelli muito disposto a reconstruí-lo como sendo o mais votado do MDB.
Para a velha política emedebista, o Dia de Finados, chegou mais cedo.
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