REPERCUSSÃO
Começa a produzir eco e nos mais diferentes lugares, a afirmação de Marcos Valério (Operador do Mensalão na era petista) de que sempre houve um elo ligando p PT e o PCC – Organização Criminosa que tomou conta dos presídios Brasil afora e com ramificações fora do país.
Questionado sobre o tema numa entrevista, o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) se limitou a dizer que “o crime organizado está em todos os lugares”, ou seja, não negou.
E pensar que o Ministro Alexandre de Moraes – agora Presidente do TSE – tomou uma decisão via Supremo Tribunal Federal e disse que “o fato era falso”.
Se nem os integrantes do partido negam, o que será que Sua Excelência quis evitar?
ATIRANDO PARA TODOS OS LADOS
A campanha petista está sem rumo e vive correndo atrás para consertar as bobagens ditas por Lula no seu besteirol habitual.
As declarações de amor ao regime ditatorial de Daniel Ortega na Nicarágua (onde padres e freiras estão sendo presos ou expulsos do país) caem como veneno sobre baratas.
O cachaceiro já recuou nas falas sobre “controlar igrejas”.
Para piorar e para o desespero dos marqueteiros, o pé inchado falou em regular o agronegócio e até proibir plantios. Acenou para a retomada das invasões de terra e prometeu protagonismo ao MST – puxadinho não menos criminoso do PT.
Daí que constatar comícios vazios já não é mais novidade.
SOMBRERO NO MDB E CHAPÉU EM MOISÉS
O pessoal já nem fala em “dar um chapéu ou dar um boné” na relação Moisés/MDB.
Fala-se em “Sombrero”- aquele chapelão mexicano que mais se parece com uma barraca de tão grande.
A “desassunção” de Moacir Sopelsa, ou seja, o Presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina foi “desconvidado” a assumir o Governo do Estado, ganhou novos contornos e novas desculpas.
O chapéu em Moisés foi dado pelo Republicanos, o partido que o Governador escolheu para chamar de seu, mas que pelo visto, a coisa não é bem assim.
Moisés queria um “dinheirinho” do Republicanos para a campanha, o que seria a bagatela de R$ 5 milhões de reais.
Ouviu um sonoro e retumbante NÃO e com um argumento plausível: a grana do Fundão Eleitoral que chegar – e se chegar – em Santa Catarina será para a campanha de Deputados Federais.
Sem recursos, o jeito é usar a estrutura do Estado e correr o risco de denúncias.
Para usar a máquina estadual com a desculpa de “atos do governo” e aproveitar para fazer campanha ao mesmo tempo, o Governador não pode deixar o cargo.
Sopelsa ficará chupando o dedo e o terno da posse deverá ser usado para outra coisa. Quem sabe um “carguinho no governo futuramente”.
ALIÁS
Em termos de campanha eleitoral, o bom sendo manda avisar aos candidatos que:
“A onda Bolsonaro não estará tão presente nas candidaturas Legislativas”.
O desafio dos bolsonaristas está focado no Presidente e tende a aumentar nos próximos dias.
Será preciso muita sensibilidade para capitalizar a somatória “Presidente/Legislativo”.
O motivo é muito simples: o eleitor está escaldado!
As traições ocorridas aos baldes, após a eleição de 2018, as informações na velocidade da luz via internet, no mínimo, mudaram o comportamento do eleitor com relação ao ato de “votar cegamente”.
Mais exigente, mais atento e mais pesquisador! Assim o eleitor fará a mudança.
Candidato com “cheiro de pilantra” ficará só no sonho.
Comentários: