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Terça-feira, 28 de Julho 2026
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AGORA VAMOS VER SE A LEI É IGUAL PARA TODOS

O pedido da Polícia Federal para abrir inquérito para investigar o Ministro Dias Tofolli por corrupção será o divisor de águas

AGORA VAMOS VER SE A LEI É IGUAL PARA TODOS
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PAGANDO PRA VER

Estou com uma curiosidade gigantesca sobre o pedido da Polícia Federal para que se abra um inquérito para investigar o Ministro Dias Tofolli – deletado pelo bandido Sergio Cabral (ex-governador do Rio de Janeiro) que o acusa de ter recebido R$ 4 milhões de reais para “facilitar a vida” de dois prefeitos no Estado do Rio de Janeiro.

O relator do caso é o Ministro Edson Fachin que enviou “a naba” para manifestação do Procurador Geral da República, Augusto Aras.

Vamos ver se “a Lei é igual para todos”.

PESQUISA

Não causou nenhuma estranheza, a pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas que coloca o Senado e a Câmara dos Deputados como os piores e menos confiáveis.

O povo entendeu que a velha política – que teve a promessa de ser extirpada na campanha eleitoral de 2018 – nunca saiu de Brasília.

As negociatas, as tratativas na calada da noite fazem parte do cotidiano da capital Federal.

Com isso, os ventos de mudanças continuam soprando nas eleições de 2022.

Muitos dos que estão lá serão enxotados. Graças à Deus!!

Pesquisa do Instituto Paraná está no nosso Portal – www.pensejornal.com.br

DEVER DE CASA

Tendo se safado de dois pedidos de impeachment, o Governador Carlos Moisés está dando mostras de que mudou o seu “jeito de ser”, enquanto chefe do Poder Executivo em Santa Catarina.

Ontem foi até a Assembleia Legislativa do Estado e pediu apoio dos deputados para vetar autorizações da interina Daniela Reinehr que, enquanto esteve à frente do governo, destinou R$ 350 milhões do caixa do Estado para rodovias federais.

Moisés saiu da AL com o compromisso dos parlamentares pela derrubada do veto que será aposto no projeto.

COM ISSO

A relação entre Moisés e Daniela vai arrefecendo cada vez mais e logicamente, piorando.

Ela não passará de um cargo decorativo no governo de Santa Catarina e “usada” para as substituições, caso ocorram – o que não se vislumbra.

A tendência é que Moisés se dedique em acertar os erros anteriores e tome frente das ações do Estado, tentando capitanear ganhos políticos.

Daniela voltará a ser o famoso caso da vice esquecida.

LADO OBSCURO

Os quatro deputados estaduais que votaram contra o impeachment do governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), foram alvo de assédio e pressão para que mudassem o seu voto em benefício da então interina, Daniela Reinehr (sem partido). A informação é de fontes ligadas aos deputados Valdir Cobalchini (MDB), Fabiano da Luz (PT), Marcos Vieira (PSDB) e Zé Milton Scheffer (Progressistas), que relataram as inúmeras ligações feitas por pessoas próximas a Daniela.

De acordo com os relatos, a linha de frente nas abordagens era formada pelo então secretário de Estado da Casa Civil, Gerson Schwerdt e, até mesmo, pelo ex-deputado federal, João Pizzolatti Neto (Progressistas), considerado pelos investigadores como o número 2 do Progressistas na máfia do Mensalão, além de ter condenação em Pomerode e ser processado por causar um acidente na SC-421, quando estava embriagado.

A pressão era tão grande, que na quarta-feira (05) que antecedeu ao julgamento, um grupo liderado por Pizzolatti chegou a viajar até o Sul do estado para pressionar Scheffer a votar a favor do impedimento de Moisés.

Quanto ao teor das conversas, as fontes relataram sem citar os autores das propostas, que foi oferecido, desde cargos no governo, tanto para os próprios deputados, quanto para indicados, como feitas menções de valores. “Quem aceitasse votar pelo impeachment do governador, poderia receber uma quantia entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões”. Quanto a origem do dinheiro, “visitas” teriam sido feitas a empresas para arrecadar os valores.

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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