AUMENTAM OS NÚMEROS
Nordeste, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo são alguns dos estados onde se registra o fechamento de empresas. Milhares de pessoas desempregadas, a economia dos municípios onde estão instaladas, certamente, comprometidas.
Há um efeito cascata nisso tudo e sempre atinge o mais fraco: pequenos estabelecimentos comerciais, profissionais liberais (manicures, pedreiros, serventes, cabeleireiras) estão vendo as portas que se fecham.
A totalidade dessas pessoas dependem dos proventos para as suas necessidades básicas: do alimento ao aluguel, contas de energia, água, medicamentos em alguns casos e assim por diante.
Os preços aumentando, o que também era esperado por conta da produção baixa e o medo de novos investimentos.
Mas é só “fazer o L” que tudo se resolve, né?
LI MUITAS VEZES
A internet que revela a genialidade brasileira, apontou muitas vezes e sempre volta no feed de notícias:
“A jumentolândia comemorando que o empresário vai se ferrar com a carga tributária, recolher mais impostos. No entanto – por falta de cérebro – não se dá conta das demissões que estão a caminho (inclusive, a de muitos integrantes adestrados), a falta de investimentos, o que numa primeira análise significa falta de empregos, ou seja, a derrocada vai chegar.
A inflação vai subir, a cesta básica (já subiu), mas o idiotizado acha que o “ferro vai entrar só no empresário”.
Calma! A conta está devidamente endereçada e sem chance de parcelamento.
SÓ PARA CONHECIMENTO
A ação impetrada pela AGU – uma espécie de ato de prevenção contra protestos – possui um pano de fundo que muitos ainda não se deram conta: a liberdade.
O artigo 5º da Constituição Federal precisa ser lido dezenas de vezes para que as pessoas compreendam o que está em jogo.
Como diria a expressão popular:
“Estão botando as manguinhas de fora”.
Caso não haja reação daqueles que são obrigados da função de fazer Leis (deputados e Senadores), a coisa vai descambar para um caminho sem volta.
Quando acordarem já será tarde.
A melhor pergunta dos dias atuais é a seguinte:
- Qual a utilidade de Deputados e Senadores no Brasil atual? Se é apenas para bancarmos os referidos salários, fechem as portas por medida de economia!
POLÍTICA AQUI
Na eleição passada, o empresário Edson Junkes (Olho Fatal) andou ensaiando a disputa por cargo eletivo. Num primeiro momento, a intenção se fixava em uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Por motivos não sabidos, a intenção esfriou e acabou abandonada.
Mas política é a tal “picada da mosca azul”, ou seja, uma vez que se manifesta a tendência, a vontade não morre.
Filiado ao PL de Jaraguá do Sul, o caminho de Junkes não será dos mais fáceis: ele sabe que possui inimigo na trincheira.
Pior: inimigo sem nenhum resquício de caráter, apreciador de jogo rasteiro e sujo, por sinal, que já vem sendo colocado em prática e com a nítida intenção de promoção pessoal.
Quando o adversário é declarado, os caminhos são diferentes.
O detalhe é quando a traição está sob o mesmo teto.
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