MEMÓRIA CURTA
Sobejam provas de que o brasileiro tem memória curta.
Em outros casos, a memória é seletiva.
Não se fala mais nada da famosa “rachadinha” de milhões do Senador Davi Alcolumbre (UB).
Com declarações públicas, depoimentos de assessoras e nada aconteceu até o presente momento.
É o país da impunidade e onde tudo – se não for muito escancarado – pode.
A roubalheira já caiu no esquecimento.
OUTRA IDIOTICE
Aquele tal passaporte vacinal – que nunca foi garantia de nada – também caiu no esquecimento.
Os lacradores bradaram como se fossem profundos conhecedores da Ciência – quando mal e porcamente, sabem fazer “a letra O com a bunda”.
Pessoas foram tratadas como lixo, estabelecimentos comerciais fechados – sem que se apresentasse até os dias atuais, a prova de eficiência do passaporte da vacina.
Aposto que os interesses por trás disso tudo – no mínimo – fariam corar Ali Babá.
Há uma “Big Farma” operando e lucrando bilhões, seja com vacinas ou com imposições de regras.
Um dia, a fatura vai chegar e com pagamento à vista.
ELEIÇÕES 2022
Se vocês acham que existe intenção de provocar uma convulsão social nas eleições de 2022, acreditem: estão certíssimos!
No Tribunal Superior Eleitoral – e entre Ministros – já não se esconde a disposição de “negar o registro de candidatura de Jair Bolsonaro”.
O mais entusiasmado, fomentador da possibilidade é o Ministro Alexandre de Moraes – que nem pede reserva quando cita a possibilidade.
Não é de hoje que Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, manifestam oposição ao Governo de Jair Bolsonaro.
Muito pelo contrário: não perdem as oportunidades e deixam claríssimo, a existência de um ativismo judicial inaceitável e jamais visto.
Encantados com o Poder que o Senado lhes permitiu, “os deuses do STF”não estão medindo as consequências.
MUITO POUCO OU QUASE NADA
O Governador Carlos Moisés (Republicanos) vem tentando de todas as maneiras, a busca de mais partidos políticos para a composição de coligação para a sua reeleição.
Tentou o PSDB no final de semana, mas a oferta é quase nada: a suplência ao Senado na chapa majoritária.
Muito pouco para quem quer apoio, mas não tem o que oferecer.
Certamente, os tucanos estão observando a debandada do MDB “por toda Santa Catarina”.
Os emedebistas não querem Moisés e passaram a desprezar os próprios candidatos do partido.
Já se comenta: o MDB vai sair menor da campanha eleitoral.
SENADO
Ao que tudo indica, a disputa mais acirrada ficará por conta de Raimundo Colombo (PSD) e Kennedy Nunes (PTB).
Colombo porque tem o nome estadualizado: foi governador, senador e tem sido crítico de Moisés.
Já Kennedy Nunes representa a novidade para o Senado, tem se posicionado claramente como aliado de Bolsonaro e contra o STF – o que agrada ao eleitorado.
O deputado Federal Celso Maldaner (MDB), além do rescaldo da traição emedebista – imperdoável nas bases – ainda terá Dário Berger (PSB) e ex-MDB, trabalhando para buscar a mesma fatia de eleitores.
Será difícil!
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