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Quarta-feira, 06 de Maio de 2026

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Alckmin torce por ‘química’ entre Lula e Trump

Vice vê encontro nos Estados Unidos como chance de destravar relações e fortalecer acordos estratégicos

Alckmin torce por ‘química’ entre Lula e Trump
FOTO Marcelo Camargo | Agência Brasil
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O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que espera um ambiente positivo no encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, previsto para esta semana em Washington. 

A reunião ocorre após meses de tensões e declarações públicas críticas entre os dois governos.

Durante conversa com jornalistas após agenda com empresários, Alckmin declarou que há expectativa de que o histórico de interlocução entre os líderes contribua para um diálogo produtivo. 

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Segundo ele, houve uma “boa química” em contatos anteriores, o que pode favorecer o avanço das tratativas entre os dois países. 

A viagem de Lula aos Estados Unidos está programada para os próximos dias, com reunião bilateral prevista na Casa Branca. 

O encontro foi articulado após conversas prévias entre os chefes de Estado e ocorre em meio à tentativa de reorganizar a relação diplomática e comercial entre as duas maiores economias do continente. 

Alckmin também ressaltou o peso estratégico da aproximação com os Estados Unidos, destacando a relevância do país como parceiro econômico do Brasil. 

Segundo ele, os norte-americanos figuram entre os principais investidores no mercado brasileiro, além de representarem um dos maiores destinos de exportações, especialmente de produtos industrializados. 

O vice-presidente indicou ainda que a reunião pode abrir espaço para a redução de entraves comerciais, incluindo barreiras tarifárias e não tarifárias, tema que ganhou força após disputas recentes envolvendo sobretaxas aplicadas por Washington. 

A expectativa é de que o encontro contribua para um ambiente mais previsível nas relações econômicas bilaterais. 

Apesar do histórico recente de declarações críticas por parte do governo brasileiro em relação a Trump, integrantes do Executivo avaliam que o momento exige pragmatismo nas relações internacionais, sobretudo diante do peso econômico e geopolítico dos Estados Unidos. 

Nesse contexto, a reunião é tratada como uma oportunidade para reaproximação e retomada de agendas de interesse comum.

FONTE/CRÉDITOS: DP
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