MEUS DIREITOS, MINHA VONTADE
A famosa frase do filósofo Mario Sergio Cortella, guardadas as devidas limitações,m precisa ser atualizada, trazida para os dias atuais e numa reflexão mais profunda.
A frase dividida em 3 partes carece de adendos>
1 - Nem tudo que eu quero eu posso;
Dependendo da situação, posso sim! O que não posso é ficar fazendo “a vontade alheia” numa negação da minha existência, ou seja, deixar que outros tomem minhas decisões, determinem o que posso fazer ou deixar de lado.
2 - Nem tudo que eu posso eu devo;
Claro que devo! Se posso, devo fazer! O que não posso é abrir mão porque vou pensar sobre “o outro”. Poderia fazer para o meu bem, mas não vou para não magoar determinada pessoa.
Haveria recíproca se fosse ao contrário?
3 - E nem tudo que eu devo eu quero”
Aqui – até posso concordar em partes!
Por exemplo:
Sou obrigado a aceitar a maior carga tributária do mundo, ou seja, devo! Mas certamente, a negativa está revirando no meu cérebro.
Devo analisar cuidadosamente cada situação do meu cotidiano, profissionalmente falando, mas quero? Não.
No entanto, o descuido poderá favorecer alguém muito pior do que o meu apontamento.
VOU AMPLIAR
É comum que um partido político vencedor de uma eleição coloque os seus frente aos cargos da administração.
Há acertos e há erros!
Existem casos em que se acerta “na mosca”, mas nem sempre é assim.
Contentar a base governista com indicações para cargos, salvo melhor juízo e as raras exceções, virou um problemão e que adentra as hostes palacianas.
Estou dizendo isso para adentrar no terreno de Santa Catarina.
O PL – Partido Liberal – que nunca havia chegado ao Poder vem protagonizando fatos inéditos.
No afã de “compor o governo”, os casos descambaram para o famoso “quem nunca comeu mel quando come se lambuza”.
Alguns escolhidos pelo próprio governador Jorginho Melo mostraram (e provaram sobejamente) que desconhecem gestão, administração e os perigos do Poder político.
Até quem não podia (por passado criminoso) ascendeu ao Poder.
Deu no que deu e a celeuma está formada, crescendo feito massa de pão com fermento.
PODER DE INDICAÇÃO
Indicados por deputados da base governista ou do mesmo partido e experimentando a sensação de intocáveis, o staff virou decepção. Passaram a criar problemas.
Para piorar e na visão de alguns, após terem sido alijados, passaram a promover barulho, o que incomoda muito o governo.
Aliás, o que o governo menos quer é barulho.
Existe um esforço para a produção de “fatos positivos”, mas vez por outra, o barulho supera o “mar de rosas”.
Nem é preciso pesquisar muito e nem ter o feeling de um Sherlock Holmes para as descobertas.
Basta um olhar mais atento para cada região do Estado.
TEREMOS MUDANÇAS
O mês de dezembro será de mexidas no tabuleiro catarinense.
Há interesses políticos (candidaturas nos respectivos municípios de origem) e também existem as necessidades prementes.
Transcorrido um ano de governo é preciso “ajeitar as abóboras na carroça”, sob pena de perder o que foi plantado.
É tida como certa, a indicação de Filipe Melo (filho do governador) para a Casa Civil e com a incumbência de “desanuviar o cenário” e para isso vai propor mudanças no primeiro escalão.
Quem viver...
SÓ PAR CONSTAR
"Quem diz não é! Porque quem é não diz"
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