AVISOS
A movimentação e manifestações de Senadores eleitos em 2 de outubro que passou – indistintamente – são avisos para os Ministros do Supremo Tribunal Federal: acabou a farra.
A militância e o ativismo dentro da mais alta corte do país está com os dias contados.
Também pudera: os Ministros, salvo honrosas exceções, extrapolaram todos os limites do que pode ser chamado de razoável.
Viraram Legislativo, Executivo, criaram Leis, inventaram outras e rasgaram a Constituição Federal várias vezes ao dia.
Como são os mesmos Ministros que comandam o Tribunal Superior Eleitoral, o ativismo político exacerbou todas as expectativas.
O TSE virou um puxadinho político e sempre tendencioso.
Não se descartam os pedidos de impeachment de Ministros.
COMPASSO DE ESPERA
Circulam nas redes sociais dezenas de áudios dando conta de que o empresariado brasileiro e em diversos setores de atividades, pausou a movimentação.
Não há investimentos, não há compras e muitos setores já estão sentindo o drama: construção civil, agricultura, calçadista e por aí afora.
A construção civil parou de contratar e está demitindo.
Empresas de vendas de implementos agrícolas (tratores, arados, semeadeiras e etc) com encomendas suspensas.
Vendas do setor calçadista com queda de 80 a 90%.
Cancelamentos de compras de caminhões.
Tudo isso por conta das incertezas causadas por um eventual governo petista.
A explicação é muito simples:
- Se Bolsonaro ganhar, as coisas voltam ao normal. Caso contrário, demissões por conta da insegurança da esquerda.
ABSTENÇÃO
Reputo como sendo um ato de covardia extrema – para não dizer frouxidão galopante – quando o cidadão ou cidadã, tendo todas as chances de votar, foge da responsabilidade.
Não há lugar para isentões. O mundo precisa de pessoas decididas.
O Brasil que registrou 32.700.000 abstenções, também deu mostras de que tais pessoas não dão a mínima para os acontecimentos.
Cometem um erro crasso e que tem duração de 4 anos para a correção e, talvez décadas para corrigir os efeitos de um governo onde a corrupção grassa.
Já vimos isso, mas pelo visto não serviu de aprendizado.
PIOR
Os fujões que optam pela abstenção são os mesmos que depois correm para as redes sociais e fazem poses de “paladinos dos fracos e oprimidos”, no entanto, a primeira atitude foi a de fugir do voto.
Tais pessoas acomodam a região glútea no sofá e esperam que a solução venha por outras pessoas.
Numa analogia simplória:
- O sujeito não planta, mas acha que tem direito à colheita sem pagar nada.
Covardes!
EXEMPLOS DE RESULTADOS
Quem acompanhou eleições em países vizinhos (ou quase), como por exemplo: Chile, Nicarágua, Argentina, Bolívia, Venezuela, certamente estão vendo os resultados posteriores.
Sumiço dos investimentos, empresas fechando as portas, capital sendo retirado, desemprego, queda na renda, aumento da criminalidade e etc.
Vejam os abusos que são cometidos na Venezuela!
Vejam as barbaridades que estão sendo cometidas na Nicarágua!
Observem a inflação galopante na Argentina!
Só não reclamem depois e por absoluta falta de direito: a omissão lhe tira qualquer razão.