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Segunda-feira, 11 de Maio de 2026

Notícias/Polícia

Mulher suspeita de matar a filha de 2 anos envenenada é presa em MG

A mulher, de 29 anos, estava foragida desde 2024, após a polícia concluir que a menina foi envenenada; crime ocorreu em Vespasiano

Mulher suspeita de matar a filha de 2 anos envenenada é presa em MG
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Uma mulher de 29 anos, suspeita de envenenar a própria filha, de apenas 2 anos, foi presa em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo HorizonteEla estava foragida desde que a Polícia Civil concluiu que a criança havia sido vítima de envenenamento, em um caso ocorrido em janeiro de 2024.

No momento do cumprimento do mandado de prisão, a mulher estava acompanhada de outro filho, de 1 ano. Conforme o boletim de ocorrência, ela teria passado por diferentes bairros de Vespasiano e também de Belo Horizonte desde a expedição da ordem judicial.

De acordo com a PM, os militares tentaram contato com a mãe da suspeita para que ela ficasse responsável pela criança, mas a avó se recusou. Aos policiais, ela afirmou que já cuidava de outro filho da mulher e relatou ter atritos com a suspeita.

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Entenda o caso

Na época da morte, a mulher contou à polícia que a filha acordou durante a madrugada dizendo que o irmão estaria brigando com ela. Segundo a versão apresentada, a suspeita pediu para que os filhos parassem e voltou a colocá-los para dormir.

Já na manhã seguinte, conforme o relato da suspeita, a menina estava com o corpo frio, secreções na boca e os pés e as mãos retorcidos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou a morte da criança no local. Ainda conforme a PM, a médica responsável pelo atendimento orientou que a Polícia Militar fosse acionada, afirmando que a morte não aparentava ter causas naturais.

As informações foram encaminhadas à Polícia Civil, que iniciou as investigações. Após a exumação do corpo, exames teriam apontado que a criança morreu em decorrência de envenenamento.

Com a conclusão do inquérito, a Justiça expediu mandado de prisão contra a mãe da criança, que passou a ser considerada foragida.

Segundo a PM, durante a prisão, a mulher afirmou que tinha conhecimento das investigações, mas negou participação no crime.

FONTE/CRÉDITOS: M
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