Alvo da operação que apura a ladroagem no INSS, Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, outro que tem tudo para figurar entre os enrolados, tentou se eleger deputada estadual por São Paulo.
Roberta escolheu o Partido dos Trabalhadores para disputar a vaga, em 2018. Com 14.134 votos, ficou com a suplência. A amiga do Lulinha é apontada pela Polícia Federal como integrante vinculada ao núcleo político da organização criminosa do Careca do INSS.
Na empreitada, Roberta recebeu doações da campanha do petista Carlos Eduardo Gabas, ex-ministro da Previdência de Lula e Dilma.
A amiga de Lulinha, como o próprio e até o pelegão Frei Chico, irmão de Lula, escapou de convocação na CPMI após forte atuação do governo.
Com a PF, o samba tocou diferente para Roberta. Está proibida de deixar o Brasil e, após operação de ontem (18), vai usar tornozeleira eletrônica.
Lula agora diz que o filho “será investigado”, mas foi ele quem ordenou a bancada do PT et caterva na CPMI do INSS a blindar o filho e o irmão, impedindo suas convocações. E também a de outros suspeitos.
André Mendonça (STF) já tinha ordenado o afastamento, quando Wolney Queiroz (Previdência) exonerou seu nº 2, Adroaldo Portal, suspeito de levar uma grana do Careca. A indicação de Portal não passou por ele.
