Pense Jornal - Sua fonte de notícias na cidade de Jaraguá do Sul

Quarta-feira, 13 de Maio de 2026

Notícias/Justiça

Fachin afirma que democracia não aceita idolatria

Para o presidente do STF, a preservação da ordem jurídica exige respeito às leis

Fachin afirma que democracia não aceita idolatria
FOTO Antonio Augusto/STF
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), reforçou em pronunciamento recente a necessidade de uma postura de vigilância e proteção das instituições democráticas brasileiras. 

Em sua fala, o magistrado destacou que a estabilidade do país depende da solidez das estruturas de Estado, e não da figura individual de ocupantes de cargos públicos, pregando uma defesa institucional que passe longe da idolatria.

Para Fachin, o respeito à liturgia e à função das cortes e do Legislativo deve prevalecer sobre simpatias pessoais ou movimentos de massas voltados a indivíduos específicos. 

Publicidade

Leia Também:

A tese central apresentada pelo ministro foca na ideia de que as instituições são permanentes, enquanto os governantes são passageiros. 

Nesse contexto, a crítica e o apoio devem ser direcionados ao cumprimento das normas constitucionais e à preservação da ordem, evitando que o debate público se transforme em um embate de torcidas ou personalismos.

O ministro pontuou que a “saúde” da República está diretamente ligada ao funcionamento harmônico entre os Poderes, onde cada peça do tabuleiro cumpre seu papel sem extrapolar limites, mas também sem recuar diante de pressões ext

A fala sugere um apelo à racionalidade política, defendendo que a segurança jurídica é o pilar necessário para que o Brasil mantenha sua trajetória de crescimento e estabilidade, livre de flutuações baseadas em carismas individuais.

A tese de Fachin ecoa uma visão conservadora no sentido da preservação do que é perene: a Lei e a Constituição. 

Ao rejeitar a idolatria, o ministro sinaliza que o compromisso do cidadão e das autoridades deve ser com o texto legal e com as prerrogativas de cada instituição. 

Esse posicionamento busca blindar o Estado de Direito contra instabilidades e garantir que o rigor institucional seja o único guia para a resolução de conflitos no país.

FONTE/CRÉDITOS: DP
Comentários:

Veja também

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!