O ministro do Turismo, Celso Sabino, classificou como “injusta” sua expulsão do União Brasil, anunciada na segunda-feira (8) pela Comissão Executiva Nacional da sigla. Em transmissão ao vivo, disse deixar o partido “de cabeça erguida”, afirmou ter “ficha limpa” e reiterou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Sabino afirmou que já iniciou conversas com partidos interessados em recebê-lo e reforçou sua pré-candidatura ao Senado em 2026.
“O julgamento será feito pela história e pelo povo do Pará”, declarou.
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A expulsão confirma decisão unânime do Conselho de Ética, tomada em 25 de novembro, após o partido romper com o governo Lula em setembro e determinar que todos os filiados deixassem cargos no Executivo sob risco de infidelidade partidária. Sabino, porém, permaneceu no Ministério do Turismo, alegando que Lula pediu sua continuidade por causa das atividades da COP30 em Belém (PA).
Com a saída, o diretório do União Brasil no Pará será comandado por uma comissão interventora. A desfiliação não afeta o mandato de Sabino na Câmara, e ele poderá se filiar a outra legenda, conforme entendimento do TSE.

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