Apesar da ofensiva da oposição contra a atuação de Dias Toffoli no processo envolvendo o Banco Master, as chances de algo contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) andar no Senado, como pedido de impeachment, são perto de zero, como já avisou o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), aos colegas.
O mesmo com o ministro Alexandre de Moraes. À coluna, Magno Malta (PL-ES) disse que, com o recomeço dos trabalhos, semana que vem, a pressão aumenta.
“Não dá mais para fingir que não está acontecendo nada”, diz Malta ao protocolar novas denúncias e pedir o impeachment de Toffoli.
Além de Malta, Eduardo Girão (Novo-CE) também assina o aditamento e diz ter indícios de “conflito de interesses, suspeição e parcialidade”.
No Congresso, a aposta é que, se sair, é uma versão light de CPI e com foco no cambalacho do Master. E isso no Senado. Na Câmara, esquece.

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