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Domingo, 19 de Abril de 2026

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Código de conduta no STF chove no molhado, mas pode resgatar norma de suspeição

As chances estão perto de zero

Código de conduta no STF chove no molhado, mas pode resgatar norma de suspeição
Foto Luiz Silveira / STF
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É perto de zero a chance de mudar alguma coisa no Supremo Tribunal Federal o tal código de conduta de ministros que a esquerda trombeteou ao protocolar o projeto de lei sobre o tema.

Boa parte do texto já está em vigor.

Eventual mudança é até sobre atuação de ministros em causas que têm parentes atuando na defesa.

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Esta regra já existia, mas caiu após decisão do próprio Supremo. A votação, longe do escrutínio público, foi no plenário virtual e terminou com folga pela liberação: 7 votos a 4.

A norma caiu no STF em agosto de 2023. Dos 11 ministros à época, sete tinham parentes e cônjuges que trabalham em escritórios de advocacia.

Vigorando, a norma impediria, por exemplo, Alexandre de Moraes de atuar no processo do Banco Master, que contratou a esposa do ministro.

O contrato do escritório Barci de Moraes Advogados, comandado por Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes, totalizava R$129 milhões.

Iniciativa da deputada Adriana Ventura (Novo-SP) é mais dura. Obriga a criação do código de conduta e ainda o estende ao Ministério Público.

FONTE/CRÉDITOS: DP
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