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Segunda-feira, 25 de Maio de 2026

Notícias/Política

Alfredo critica ligação de Lula a Deolane, presa por elo ao PCC

Para deputado prisão de influenciadora escancara a incoerência de quem vive defendendo bandido

Alfredo critica ligação de Lula a Deolane, presa por elo ao PCC
Foto Andressa Anholete/Agência Senado
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O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) condenou a proximidade do presidente Lula (PT) com a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, presa por indícios de crimes de lavagem de milhões em dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Operação Vérnix, sem relação com o petista, bloqueou mais de R$ 327 milhões da organização criminosa e também teve como alvo o líder nacional da facção, Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”, já condenado a mais de 300 anos de prisão por diversos crimes.

“Amiga e apoiadora de Lula é presa por envolvimento com o PCC. Olha a proximidade do crime organizado com a República. A prisão de Deolane Bezerra escancara a incoerência de quem vive defendendo bandido!”, escreveu o parlamentar alagoano, que é pré-candidato a senador.

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A publicação do relator da CPMI do INSS inclui vídeos antigos em que Deolane declara: “Eu gosto de bandido. Gosto de advogar pra bandido”. E expõe o momento em que a influenciadora gravou com Lula para suas redes sociais, afirmando ter vencido na vida, e mostrando o presidente sorridente afirmando: “Esquece, o pai tá on!”.

Outro lado

A advogada e irmã de Deolane, Daniele Bezerra, manifestou-se em defesa da influenciadora acusada de ligação com Marcola e o PCC. Veja:

Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos.

Acusar é fácil. Difícil é provar. No Brasil, infelizmente, muitas vezes primeiro se expõe, se destrói a imagem e se condena perante a opinião pública… para só depois buscar provas que sustentem aquilo que foi dito. E isso é grave.

Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal. Prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social.

Quem conhece a história, a luta e a trajetória dela sabe que existe uma diferença enorme entre fatos e narrativas criadas para alimentar ataques. Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome.

FONTE/CRÉDITOS: DP
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