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Terça-feira, 22 de Setembro 2026
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UM GOVERNO MENTIROSO E EM CRISE

As mentes seletivas que se negam a enxergar a realidade

UM GOVERNO MENTIROSO E EM CRISE
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QUAL PARTE VOCÊ NÃO ENTENDEU?

As pessoas com mente seletiva para a idiotice e são muitas, ainda acreditam que o governo federal está sendo “bondoso” quando anuncia o valor de R$ 15 bilhões de recursos para abertura de crédito em locais atingidos por calamidades públicas no Rio Grande do Sul.

Diz a notícia:

“Com isso, até R$ 15 bilhões poderão ser utilizados em financiamentos para empresas de todos os portes do Rio Grande do Sul, que enfrenta a maior tragédia climática de sua história com chuvas, alagamentos e mortes”.

ESPERE

Vamos repetir uma parte do texto:

“poderão ser utilizados em financiamentos para empresas”

Fi-nan-ci-a-men-to!!

Terão que pagar!

Não há bondade em empréstimo.

Corra lá e confira se o valor emprestado “terá juro zero”.

AJUDANDO A PREGUIÇA

Como é habitual, as pessoas são contaminadas pela preguiça em pesquisar.

Vou ajudar:

Os R$ 15 bilhões do Fundo Social poderão ser utilizados em três linhas de financiamento. A primeira é para compra de máquinas, equipamentos e serviços, com juros de 1% ao ano mais o spread bancário [diferença entre taxa de captação do dinheiro pelos bancos e a cobrada dos clientes], com prazo de até 60 meses e 12 meses de carência.

A segunda linha deverá financiar projetos customizados, incluindo obras de construção civil, com a mesma taxa de juros e spread e prazo de pagamento de até 120 meses com carência de 24 meses. O limite por operação desses créditos é de R$ 300 milhões.

A terceira linha será para ajudar no capital de giro emergencial das empresas, com custo base de 4% ao ano para micro, pequenas e médias empresas (MPME) e de 6% ao ano para grandes empresas mais spread bancário. O prazo será de até 60 meses com carência de 12 meses. O limite por operação é de R$ 50 milhões MPME e R$ 400 milhões para empresa de grande porte.

CRISE

As sucessivas pesquisas mostrando desaprovação bem maior que a aprovação, uma governança baseada em ódio e vingança e derrotas vexatórias como as ocorridas na terça (28), no Congresso, instauraram uma crise inédita no governo empossado há apenas 16 meses.

A derrubada de vetos de Lula, que queria manter as “saidinhas” de presidiários, e outras derrotas em votações importantes levaram José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, a pedir mudanças. “Não está bom”, admitiu.

“Ainda dá tempo”, diz Guimarães, de olho em pesquisas como a Quaest, indicando que, para 55% dos brasileiros, ele não merece ser reeleito.

O deputado petista defende mudanças urgentes, engajando não petistas para a articulação política, como nos primeiros governos Lula.

“Doeu” a decisão do Congresso contra o governo e o STF de jogar no lixo a censura nas redes sociais, a pretexto de “combate à fake news”.

Petistas veteranos atribuem erros de Lula à falta de assessores que ele respeite, levando-o a dar ouvidos a figuras primárias, como Janja.

REUNIÃO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou todos os líderes do governo no Congresso Nacional para uma reunião na próxima segunda-feira (03). Foram chamados para o encontro os líderes na Câmara, deputado federal José Guimarães, (PT-CE), no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP).

Lula quer lidar diretamente com os líderes e não deixar as conversas apenas com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha. Segundo interlocutores, o petista já avisou que a ideia é tornar esses encontros diretos uma rotina. O movimento acontece depois das derrotas acumuladas nesta semana. 

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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