FIM DA ATIVIDADE
A existência dos tais “institutos de pesquisas” está com os dias contados.
Com toda certeza, a grande maioria sairá em frangalhos, após as eleições de 2 de outubro.
É muita falta de credibilidade.
Somente nesta semana, as disparidades atingiram o percentual máximo de descrédito.
Em duas pesquisas divulgadas – no mesmo período – a diferente entre elas foi de 18 pontos percentuais.
Alguém está errando demais! Há um olhar pra lá de vesgo nisso tudo ou existe uma “lojinha de percentuais” vendendo números.
Não há como negar as ruas, mas os institutos insistem.
PESQUISAS
Vamos fazer uma conta simples e quase analfabeta.
Pesquisa divulgada pelo “data foice” em 28 de julho (a última) relata que foram entrevistadas 2.556 pessoas em 183 cidades brasileiras, ou seja, 13,96 eleitores por cidade.
O Brasil possui 5.568 municípios e 5.570 cidades (considerando Fernando de Noronha e o Distrito Federal).
É como dizer:
- Dou o resultado da eleição ouvindo 1 (uma) pessoa por município.
Outra informação:
Segundo consta – nos bastidores – os institutos agem da seguinte forma:
Pergunta se a pessoa é Lula ou Bolsonaro. Caso seja Lula, a pesquisa continua,
Se for Bolsonaro, o pesquisador vai embora!
Alguém duvida?
MOMENTO PERIGOSO
Há uma tensão no ar e que vem sendo criada por Ministros do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral (que na verdade são a mesma coisa).
Há desconfiança e quando o questionado não permite a verificação do objeto duvidoso, a desconfiança aumenta.
Recentemente, um vídeo do candidato Roberto Requião do Paraná, afirma textualmente que “o sistema é vulnerável”.
Ele não cita apenas as urnas, mas a totalização de votos numa sala secreta do TSE.
Segundo Requião – que justifica dizendo ter apresentado o primeiro projeto sobre auditagem de votos – “não se sabe o que poderá fazer quem estiver lá dentro”.
Até o presente momento, o TSE ignorou o vídeo.
LABIRINTO

Quem olha a política de Santa Catarina do lado de fora – sem estar diretamente envolvido em campanhas – enxerga um labirinto e uma correria desenfreada pelos diversos corredores.
Todos de um lado para o outro e em encontrar a saída.
Faltam candidatos, falta acomodação, falta tentar unir forças e daí vem a correria.
Beltrano procura cicrano – que procura fulano – que busca por cicrano e assim vai.
Faltam candidatos ao senado, deputados federais, estaduais.
Faltam candidatos ao cargo de vice-governador, mas ontem Jorginho Melo (PL) anunciou a delegada aposentada Marilisa Boehn de Lima como "a noiva escolhida". A intenção é estar perto do maior colégio eleitoral de Santa Catarina.
Regiões estão desguarnecidas.
Já outras estão abarrotadas.
E segue o baile!!
REFLEXOS
A campanha eleitoral em curso, além de derrotados e traíras identificados – terá efeitos em 2024.
Partidos sairão fortalecidos e outros esfarrapados, em frangalhos.
Projetos mal acabados de políticos serão colocados nos devidos lugares, ou seja, será o fim.
Enganadores e fanfarrões, praticantes de estelionatos eleitorais, também serão enterrados em definitivo.
O pleito de 2024 – quando o eleitor estará muito próximo do candidato – servirá como um divisor.
Mais do que nunca, o eleitor votará em nomes e não em partidos.
O que estamos vendo em termos de negociatas de penumbra, rasteiras inimagináveis, conluios asquerosos, transformam os partidos em balcões de negócios.
O eleitor decente não quer mais isso.
Em tempos de internet 5G, as máscaras cairão com mais facilidade.