JOGOS ELEITORAIS NO BRASIL
Devagarinho as coisas começam a entrar nos eixos!
Como diria aquele velho ditado: "É no andar da carruagem que as abóboras se ajeitam".
O governador de São Paulo João Dória (PSDB) desistiu de manhã e voltou na parte da tarde. Disse que não seria mais candidato ao cargo de Presidente e "desistiu de desistir"
Dória viu que sua candidatura derreteu com o passar dos dias, mas insiste em sangrar.
Politizou a questão das vacinas, tentou tirar proveito e o tiro saiu pela culatra.
Vai ser o "inimigo na trincheira"do PSDB.
O ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro (que não deslancha), também optou por mudanças: muda de partido (deixa o Podemos) e vai para o União Brasil e também desiste da candidatura à Presidência, optando por uma candidatura à Camara dos Deputados. Senador? Muito talvez.
O Podemos o chamou de "traidor", o que Bolsonaro já havia chamado antes.
Com base nas pesquisas reais (não as falsificadas que estão sendo divulgadas), o caminho deveria ser igual para Lula - que tem pavor de sair às ruas, mas lidera, segundo institutos do consórcio.
Aliás, o pinguço tem dito que "não sabe se vai ser candidato, mesmo".
Como já escrevi antes:
"A derrota de Lula que já lhe acena de modo mais forte - agora mais perto - tem aroma de morte política. Para ele e para o PT".
JOGOS ELEITORAIS DE SC
A desistência de Luciano Hang de concorrer ao Senado – alegando problemas familiares e preocupações empresariais – abriu a porteira das intenções e pretensões eleitorais.
Mudanças de rumo e surgimento de nomes – tudo de última hora.
Antes, os nomes mais cotados eram de Hang e do Deputado Kennedy Nunes (PTB).
De repente, o tabuleiro recebe:
Daniela Reinehr – que informou que pedirá as bençãos de Hang
O secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior
Até o presidente da Câmara de Vereadores de Florianópolis, Roberto Katumi (PSD), se lançou como pré-candidato ao Senado.
Paulinho Bornhausen, também se assanhou.
Por tantos nomes que “do nada” se assanharam, podemos ver como Hang estava bem cotado.
MEXIDAS NO TABULEIRO
Algumas situações terão particularidades inusitadas.
Por exemplo: o Podemos sinalizou que se juntará ao governador Carlos Moisés – compromisso assumido na noite de quarta-feira na Palhoça.
Aqui em Jaraguá do Sul, o partido é presidido por Manu Wolf – ex-chefe de gabinete do prefeito Antidio Lunelli (MDB), candidato ao governo do Estado pela sigla.
Manu é candidatíssima à uma vaga na Assembleia Legislativa.
Com toda certeza não pedirá votos para Moisés, muito pelo contrário.
O partido terá coragem de exigir um direcionamento?
Manu tem excelentes chances de ser a primeira mulher a ocupar uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina pela região da AMVALI.
Aqui, o Podemos continuará aliado de Lunelli.
NÚMERO DE VOTOS
Os partidos PL, Podemos, PSC, PTB e outros menos cotados, caso lancem candidatos, precisarão trabalhar com a soma de 20 mil votos para a eleição de um deputado.
Daí para cima!
Não é fácil e além de ter um projeto qualificado, o pretendente precisa emplacar algo fundamental: empatia!
Aí é que as coisas pioram mesmo!
O que temos visto – e aponto como raridade, o caso da Manu que transita em todos os lugares – é a total ausência de aceitação.
Vou além: alguns nomes causam ojeriza, asco, nojo incontrolável, ânsia de vômito – só de mencionar que possivelmente serão candidatos.
São as chamadas fraudes eleitorais, estelionatos políticos.
Ainda quero rir muito com algumas votações, caso o sujeito tenha coragem.
PERGUNTA DE SEMPRE
Uma das perguntas que mais respondo sobre política é a seguinte:
- Por que o partido tal está lançando candidaturas?
Simples e fácil de entender:
É do jogo político e todos os partidos precisam fazer isso, caso contrário, não terão a menor importância.
Fazendo uma analogia bem simplória para que todos entendam:
Uma campanha eleitoral é uma guerra (literalmente).
Imagine que como partido (ou sendo o representante de uma sigla com poder de decisão), consultado, você diga:
- Não teremos candidaturas!!
Na tal guerra isso soa como dizer:
- Estamos na guerra, mas não temos nenhuma munição!
Alguém lhe dará importância?
Candidaturas significam munição ou poder de negociação.
Quem afirmar que “não tem candidaturas”- de chofre – estará fora do processo.
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