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Domingo, 16 de Agosto 2026
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O PSL EM SANTA CATARINA ESTÁ DEFINHANDO E TUDO TEM TIDO INÍCIO NOS MUNICÍPIOS

Possível filiação de Bolsonaro no Partido Progressista ressuscita nomes em Santa Catarina

O PSL EM SANTA CATARINA ESTÁ DEFINHANDO E TUDO TEM TIDO INÍCIO NOS MUNICÍPIOS
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FERVURA NO CALDEIRÃO

Em entrevista na semana que passou, o Presidente Jair Bolsonaro disse que “não descarta a filiação no Partido Progressista.

Juntaram ao cenário, a ida de Ciro Nogueira para a Casa Civil, ou seja, clara demonstração de aproximação.

Foi o bastante para mexer com o cenário eleitoral em Santa Catarina e ressuscitar os progressistas, descrentes de uma candidatura de Esperidião Amin ou do prefeito de Tubarão, Joarez Ponticelli.

Agora – segundo alguns – a situação muda de figura e abre-se um novo horizonte.

NÃO SERÁ FÁCIL

Ainda que Bolsonaro vá para o PP (onde por sinal, já esteve), os caminhos em Santa Catarina não serão fáceis.

Há nomes de conservadores em diferentes partidos no páreo, cujos deputados e senadores – salvo melhor juízo – dão sustentação ao Presidente no Congresso Nacional. Daí, optar por um nome seria desgastante lá em Brasília.

O melhor caminho é a neutralidade.

DIAS DIFÍCEIS

O PSL de Santa Catarina enfrentará dias difíceis e isso não será na condição macro, ou seja, o Estado.

Nos municípios, o partido se esfacela, desmancha mais a cada dia.

É o caso de Guaramirim, por exemplo.

O agora “ex-presidente”, Rogério Vonk - foto - e toda a sua executiva, também deixaram a sigla.

No seu facebook, Vonk publicou:

Nessa última semana tomei mais uma decisão importante em relação a vida política que decidi seguir a dois anos atrás quando me filiei a um partido político pela primeira vez!

Decidi me desfiliar do PSL e deixar o comando da executiva municipal. Difícil relatar em poucas palavras essa decisão, mas é fácil dizer que tudo está relacionado a insatisfação com o rumo que o PSL tomou nesses últimos anos, principalmente a nível Estadual.

Insatisfação não só minha, mas praticamente de toda a executiva municipal, que também pediu a desfiliação do Partido.

Para não ficar tão vago, destaco alguns pontos que não me agradou, principalmente durante as últimas eleições, onde o Diretório Estadual resolveu priorizar a adesão de políticos já eleitos em vários municípios para concorrerem, deixando em segundo plano, municípios que estavam procurando trazer novas lideranças para a política municipal.

Também a distribuição do Fundo eleitoral sem critérios claros.

Confesso que até então eu acreditava que o Fundo Eleitoral era algo que poderia ajudar bons candidatos, porém, que não detinham da mínima condição financeira de concorrerem.

Mas deixei de acreditar, pois esse recurso não chega a quem realmente precisa. Enfim, o desgaste e distanciamento entre o diretório estadual e municipal só poderia culminar nessa decisão, a qual está seguindo uma tendência de outros filiados pelo Estado.

Independente de não estar filiado a nenhum partido no momento, continuarei atuando na vida pública ajudando com minha experiência e conhecimentos, adquiridos na carreira de oficial da Polícia Militar, a disposição da comunidade, focando nesse momento na atuação frente a Defesa Civil de Guaramirim, ajudando o Prefeito Chiodini a continuar realizando uma excelente administração do Município.

OUTROS NO MESMO RUMO

Diretórios municipais do PSL em todo o Estado estão no mesmo caminho, ou seja, perdendo filiados e mais filiados.

Acabou a onda Bolsonaro e quem pretendia surfar ou surfou achando que tudo continuaria, caiu do cavalo.

Aquele sonho de “lançar candidatos à Assembleia em Santa Catarina”, também fica cada dia mais distante.

O fundo partidário e o fundão eleitoral não resolverão a crise existencial.

JÁ ERA ESPERADO

O Ministério Público de Santa Catarina acionou a Justiça por causa da chamada “Operação Legalidade”, deflagrada por agentes penitenciários e socioeducativos de Santa Catarina. Tudo por causa da reforma da Previdência que está em tramitação na Assembleia Legislativa.

Os servidores estariam se recusando a receber presos, assim como fazer os devidos procedimentos com os presos que trabalham e que foram impedidos nos últimos dias.

Multa para o Estado e para o servidor.

Judicializar a questão não é o melhor caminho, mas foi o que restou e o MP não poderia assistir à instalação do caos passivamente.

Quando dói no bolso, aflora a razão.

FONTE/CRÉDITOS: Redação

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