CONVERSAS E MAIS CONVERSAS
Quem acha que ainda é cedo para a movimentação política com vistas ao pleito de 2022, certamente, está muito enganado.
Há conversas inimagináveis e possibilidades de troca de partidos como se troca de camisa.
Para alguns, a tal fidelidade partidária não passa de conversa mole.
O que interessa mesmo é o Poder e o inimigo de ontem – esquecendo tudo – passa a ser o aliado de hoje.
É muita cara de pau!
ENSAIOS
O Senador Jorginho Mello (foto principal) – dono do PL – não esconde o desejo de ser candidato ao governo do Estado.
Recentemente “deu um pulo errado” ao fazer afagos em Daniela Reinher (sem partido).
O Senador achava que ela terminaria o governo na condição de titular.
Mais: se aproximou com a clara intenção de filiá-la ao PL.
Por enquanto nada deu certo!
Daniela foi enviada à sua condição de “apenas vice” – que não serve para mais nada, além de conspirar – como de fato, o fez.
Politicamente, a vice-governadora é nadinha!
CONFORTÁVEL
A situação do Senador Jorginho Mello é confortável.
Há tempos que é dono do PL e na condição de Senador da República, a cadeira estará lá em caso de derrota.
Ele apenas se licenciará do cargo.
Porém, os cálculos foram mal feitos e muito parecidos com as pesquisa do "Datafoice".
O que Jorginho pensou:
- Me aproximo da vice que está governadora , ela vai terminar como chefe do Executivo e no meio caminho será filiada ao PL. Saio candidato ao Governo do Estado e terei a máquina na mão!!
- Só que não!
Terá uma parada dura pela frente.
DESCOBERTA
Os eleitores – agora mais atentos ou mais informados – estão descobrindo que foram enganados nas últimas eleições.
Alguns dos eleitos são verdadeiras fraudes.
Num comparativo de escandalosos possuem o comportamento suíno: gritam, gritam, mas morrem!
Com o passar dos dias, a verdade já começa a aparecer: o falastrão das reclamações!
Fala mal de tudo e de todos! Nada está bom!
Mas isso tem uma explicação muito simples:
Tais pessoas são dotadas de tão pouca capacidade que a única maneira de aparecerem é falando mal.
Na verdade, a vida delas é como estar diante de um espelho: enxergam nos outros a dura realidade que a própria imagem lhes mostra.
E A PANDEMIA?
Quando me perguntam coisas do tipo:
- Na sua opinião – até quando vai a infecção pelo Coronavírus?
A resposta é bem simples:
- Se continuarmos com festas com 300, 400, 600 pessoas, vai demorar muito.
Mais: muita gente ainda vai morrer por conta da irresponsabilidade de alguns.
Concordo e também acho que: um povo como o nosso, festivo, cordato, feliz – passar mais de ano “confinado”, é demais e não há quem aguente.
No entanto, a vida é boa demais para jogá-la fora por uma festa.
As pessoas do nosso convívio são importantes demais – se é que você ainda não percebeu.
Do que adianta algumas horas de farra e uma vida inteira de lamentos?