A falta de um palanque expressivo em Minas Gerais, com histórico de ser o Estado decisivo nas eleições, praticamente sepultou os planos de Lula de arrastar o MDB para uma chapa presidencial, enxotando Geraldo Alckmin (PSB) da cadeira de vice.
Logo no início do mês, 20 diretórios regionais assinaram manifesto pedindo a independência do partido nas eleições deste ano. Boa parte dos signatários já era esperada, a surpresa foi a assinatura de Newton Cardoso, presidente do MDB-MG.
Cardoso era tido como “mais manso” e que não seria a pedra no sapato para a aliança. Mas o mineiro deu um chega pra lá no PT.
Pegou mal a tentativa de interferência de Lula no MDB. O petista queria lançar Rodrigo Pacheco (PSD) ao governo pelo partido.
O MDB tem ao menos dois nomes que querem disputar o governo. Nenhum é ligado a Pacheco. O movimento foi visto como atropelo.

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