A “força-tarefa” de inspiração fascista do governo Lula (PT) para criar listas de quem se recusa a lidar com petistas ou a consumir seus produtos, encontra precedente na Alemanha nazista, com listas de comerciantes judeus, depois com a estrela de Davi pichada em suas portas. Aquela história de horrores acabaria nos campos de concentração. Foi a militância petista que introduziu isso no Brasil já em 2020, com boicote e até depredações a grandes marcas “bolsonaristas”.
Além da Madero, passaram pelo perrengue do ódio petista empresas como a Havan, de Luciano Hang, caçado até no STF por apoiar a direita.
A varejista Riachuelo entrou na lista petista pela opção corajosa do acionista majoritário Flávio Rocha, na defesa de pautas conservadoras.
As redes de academias Smart Fit e Bio Ritmo foram vítimas do ódio ativista após o fundador Edgard Corona ser apontado como “de direita”.
Também despejaram ira e inveja contra Coco Bambu (restaurantes) e Centauro (esportivos) porque os fundadores defenderiam ideias liberais.
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