São tantos exemplos de ataques de Lula contra Donald Trump, além do reiterado apoio a inimigos dos EUA, que 50% de tarifa não surpreende.
O petista apoiou Kamala Harris na eleição americana e comparou a vitória de Trump à volta do nazismo. Além dos ataques ideológicos, Lula virou porta-voz da “desdolarização” e da ampliação dos Brics, que agora tem Cuba como “parceiro” e passou a incluir o Irã, país que recebeu apoio do petista logo após ser bombardeado pelos EUA.
Lula ganhou antipatia de Volodymyr Zelensky ainda no governo Biden, após o petista criticar a “fase do vou ganhar” do ucraniano, em 2023.
Lula se recusa a chamar de terrorista o Hamas, autor do massacre em Israel, outro aliado dos EUA que Lula ataca e onde é persona non grata
Chegou ao ponto de o governo brasileiro exibir vídeo na reunião dos Brics, no Rio, que mostra territórios da Ucrânia como territórios russos.
Lula disse que exportações brasileiras aos EUA representam “apenas 1,7% do PIB”. Deve ser pouco para quem achou normal a herdeira Dilma fazer o PIB brasileiro retrair em mais de 7% entre 2015 e 2016.
Candidato a herdeiro do Lula 3, Fernando Haddad aproveitou a crise Lula-Trump para criticar outro candidato a herdeiro, Tarcísio de Freitas (Rep-SP): “candidato a presidente ou candidato a vassalo”, diz.
Rogério Marinho (PL-RN) culpa Lula pelo tarifaço do Trump. O senador lembra que desde que o petista assumiu, não teve sequer um encontro com Donald Trump (EUA), chefe do segundo maior parceiro brasileiro.

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