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Domingo, 18 de Janeiro de 2026

Notícias/Polícia

GEFAC e 3ª Promotoria de Curitibanos denunciam 24 investigados na Operação Intramuros

Três ações penais foram ajuizadas por crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, envolvendo atuação dentro e fora de unidades prisionais.

GEFAC e 3ª Promotoria de Curitibanos denunciam 24 investigados na Operação Intramuros
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O Grupo Estadual de Apoio no Enfrentamento a Facções Criminosas (GEFAC) e a 3ª Promotoria de Justiça de Curitibanos ajuizaram três denúncias junto ao Poder Judiciário de Santa Catarina contra 24 pessoas investigadas na Operação Intramuros. Os denunciados são acusados de envolvimento com facção criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

A Operação Intramuros foi deflagrada no dia 19 de novembro pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), que contou com a participação do GEFAC, ambos do Ministério Público de Santa Catarina. A ação foi realizada em apoio ao Procedimento Investigatório Criminal conduzido pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Curitibanos.

As investigações apontaram a atuação de uma facção criminosa nas regiões de Curitibanos e Lages, inclusive a partir do interior de estabelecimentos prisionais.Durante a operação, foram apreendidos entorpecentes, armas e dinheiro, além do cumprimento de mandados de prisão preventiva e da realização de prisões em flagrante.

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Atuação do GEFAC

O GEFAC é o Grupo Estadual de Apoio no Enfrentamento a Facções Criminosas. Remodelado na atual gestão, o grupo atua de forma integrada com as Promotorias de Justiça, propondo e apoiando ações de enfrentamento às facções criminosas, respeitando as particularidades de cada comarca.

Atualmente, o GEFAC possui 14 solicitações de apoio em andamento, provenientes de Promotorias criminais de todas as regiões do Estado. O trabalho envolve desde a fase inicial de investigação, com a elaboração das primeiras peças processuais, até o oferecimento da denúncia, a instrução processual e eventual atuação em fase recursal, em um modelo de atuação coletiva e especializada.

FONTE/CRÉDITOS: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
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