O Brasil enfrenta a mais grave crise institucional em décadas e o Supremo é sacudido por degradantes revelações da própria Polícia Federal sobre as relações com ministros do STF de um ex-banqueiro fraudador, conhecido subornar autoridades. Apesar disso, entidades do meio fazem silêncio constrangedor, próprio de quem apoiou o vale-tudo recente no STF. A OAB tentou escapar da lista da omissão: havia marcado para quarta (9), pedir ao presidente do STF “investigação rigorosa” do caso Vorcaro/Moraes.
A agenda foi suspensa.
Enquanto isso, entidades como “Juristas pela Democracia” ou a Associação dos Juízes Federais (Ajufe) fingem-se de mortos.
O “Grupo Prerrogativas”, de advogados petistas, e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) parecem em férias coletivas.
A Associação Nacional do Ministério Público (ANPR) também não se manifesta sobre as relações vexatórias de Paulo Gonet com Vorcaro.

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