Alvo da Polícia Federal na investigação sobre roubo a idosos do INSS, Willer Tomaz é conhecido em obscuros bastidores de Brasília.
Em 2023, Gustavo Gayer (PL-GO) suspeitou do elo entre o advogado e Juscelino Filho e pediu a convocação do então ministro das Comunicações de Lula.
A suspeita pairou sobre a distribuição de 31 retransmissoras de televisão a Tomaz. Empresas de radiodifusão são citadas na decisão do STF que autorizou a batida da PF contra Willer.
No requerimento, o deputado já destacava que Willer é “compadre do senador”, além de “aliado de primeira hora” de Juscelino.
Willer, diz a PF, é personagem de sustentação, associado a empresas, imóveis, aeronaves, pilotos, funcionários, operadores financeiros etc.
No relatório, a movimentação financeira entre o empresário e familiares do senador, com repasse e compra de casa, supera os R$15 milhões.
Em 2017, Willer, ligado à J&F, foi preso na Lava Jato. Na última operação da PF , Willer diz que não é investigado e só emprestou jato a Weverton.

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