O grupo de 12 ativistas, entre eles um brasileiro e a sueca Greta Thunberg, que estava no barco interceptado pelo exército de Israel, jogou os celulares no mar durante a abordagem. Um dos líderes do grupo tentava acalmar os membros da embarcação dizendo para que eles fizessem tudo que os soldados mandassem.
Os ativistas estavam a bordo do Madleen em uma viagem que constitui o projeto chamado Freedom Flotilla Coalition de levar ajuda humanitária para Gaza. O grupo também tinha como objetivo atrair a atenção da comunidade internacional para as consequências dramáticas a que os civis estão submetidos em decorrência dos ataques a Gaza.
O brasiliense Thiago Ávila foi um dos primeiros a postar sobre a interceptação. Em um vídeo divulgado na rede social dele, foi avisado sobre o fato. A ativista Greta Thunberg, também na embarcação, teve um vídeo publicado no perfil dele em uma rede social. Na gravação, ela pede que as pessoas pressionem o governo da Suécia, país de origem dela, para que haja uma intervenção junto ao governo de Israel.
A embarcação chamada de "Iate da Selfie", estava levando quase nada de ajuda e segundo a imprensa internacional, buscava mesmo publicidade.
Israel havia alertado que não permitiria navegação na região.

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