Lula tentou até os 45 do segundo tempo fechar com o MDB a composição da chapa eleitoral deste ano, ignorando escaldados petistas que não esquecem o desfecho da dobradinha Dilma/Temer.
A negociação não deu certo por causa do MDB, que nem de longe teve consenso para apoiar o petista nas nacionais. Diretórios do Sul, Sudeste e Centro-Oeste se recusaram a fechar com Lula. A situação foi ainda pior em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, que deve até pedir votos contra o petista.
A conta eleitoral foi simples: Lula iria se indispor com o PSB, que fechou com o PT no âmbito nacional, para ficar com o MDB fragmentado.
Atuação de Lula para esvaziar quadros do MDB, tipo Simone Tebet (que foi para o PSB), apesar dos pesares, também ajudou a melar a aliança.
Outro colégio eleitoral importante e que não está disposto a fechar porteira com Lula é Minas Gerais, crucial para a campanha petista.

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