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Segunda-feira, 20 de Abril de 2026

Notícias/Justiça

PGR é contra vínculo empregatício de motoristas de Uber

Parecer do procurador-geral Paulo Gonet, foi enviado ao STF às vésperas do julgamento do tema

PGR é contra vínculo empregatício de motoristas de Uber
Foto Antonio Augusto/STF
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativo e as empresas responsáveis pelas plataformas digitais.

O parecer foi apresentado na véspera do início do julgamento de uma ação que está discutindo o tema desde ontem no plenário da Corte.

Para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decisões da Justiça do Trabalho que reconhecem esse tipo de vínculo, como a do Tribunal Superior do Trabalho (TST), contrariam entendimentos já firmados pelo Supremo Tribunal Federal e afrontam o princípio constitucional da livre iniciativa.

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No parecer enviado ao STF, Gonet afirma que a jurisprudência da Corte tem sido clara ao admitir a legalidade de modelos de contratação fora dos moldes tradicionais da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme quanto à constitucionalidade de contratação por formas distintas do contrato de emprego regido pela Consolidação das Leis do Trabalho”, escreveu o procurador.

O debate é conhecido como “uberização”, termo que se refere a modelos de trabalho mediados por aplicativos, marcados por uma flexível organização formal, mas que levantam questionamentos sobre a existência de subordinação e o acesso a direitos trabalhistas.

FONTE/CRÉDITOS: DP
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