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Segunda-feira, 24 de Agosto 2026
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Lunelli defende fim de privilégios, transparência e mais força para Santa Catarina no Senado

Lunelli voltou a defender a proibição das bets e dos jogos de azar on-line no país

Lunelli defende fim de privilégios, transparência e mais força para Santa Catarina no Senado
Foto Assessoria de Imprensa
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O candidato ao Senado Antídio Lunelli (MDB) participou, neste domingo (23), em Florianópolis, do debate promovido pela CBN.

Durante o encontro, Lunelli defendeu mais transparência no uso do dinheiro público, o fim de privilégios, mudanças no pacto federativo para fortalecer estados e municípios e a proibição das bets no Brasil.

Ao tratar da transparência, Lunelli se posicionou contra mecanismos que dificultem o acompanhamento da aplicação dos recursos públicos e defendeu o fim das emendas secretas e do chamado sigilo de 100 anos.

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“Dinheiro público é dinheiro do povo. E o povo tem o direito de saber onde, como e por quem cada centavo está sendo gasto. No Senado, vou defender um Brasil com menos privilégios, menos segredos e mais transparência”, afirmou.

Lunelli também defendeu uma revisão do pacto federativo para que estados e municípios tenham mais autonomia e uma parcela maior dos recursos arrecadados. Para o candidato, Santa Catarina precisa transformar sua força econômica e sua capacidade de arrecadação em mais investimentos e resultados para a população.

“Santa Catarina trabalha, produz e contribui muito para o Brasil. Precisamos de senadores com força e capacidade de articulação para defender o Estado em Brasília e fazer os investimentos saírem do papel”, destacou.

Outro tema abordado foi o impacto das apostas on-line sobre as famílias. Lunelli voltou a defender a proibição das bets e dos jogos de azar on-line no país, argumentando que a regulamentação não é suficiente diante do crescimento do endividamento e dos problemas sociais provocados pelas apostas.

Ao falar sobre sua trajetória, Lunelli afirmou que pretende levar ao Senado a experiência acumulada tanto na iniciativa privada quanto na gestão pública.

“Fui criado na roça, fui operário, comecei uma empresa numa garagem, gerei empregos e administrei Jaraguá do Sul. Quero levar essa experiência para o Senado, defender Santa Catarina e trabalhar para entregar resultados. Não quero ir a Brasília para ser mais um”, concluiu.

O debate foi mediado pelo jornalista Raphael Faraco e contou ainda com a participação de Afrânio Boppré (PSOL), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP) e Jeferson da Rocha (PRD). Os candidatos Carlos Bolsonaro e Carol de Toni não participaram do encontro.

FONTE/CRÉDITOS: Assessoria de Imprensa

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