Enquanto Lula (PT) diz ter orientado o filhote Lulinha a se apresentar à Justiça para responder sobre os rolos dos quais é acusado no Supremo Tribunal Federal (STF), foi apurado que, alvo de três inquéritos da Polícia Federal, ele não cogita retornar ao Brasil tão cedo, com medo de ser preso.
Eventual apresentação de Lulinha à Justiça só ocorreria sob a garantia de que não será preso e poderá pegar o primeiro avião de volta para Madri, blindado de PF batendo à porta às 6h da matina.
Lulinha tem muito a explicar: já são três os inquéritos que o investigam por suspeitas graves como tráfico de influência e corrupção.
Na reunião de três horas com o advogado de Lulinha, não foi o petista quem tocou no escândalo do filho, mas, sim, o advogado.
O advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, não deve ter muito o que fazer: ele também coordena a campanha de Lula em São Paulo.
Fernando Haddad, escalado por Lula para o sacrifício de encarar Tarcísio de Freitas em São Paulo, também estava na reunião no Alvorada.

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