Aliados de Lula, com livre acesso ao Palácio do Planalto, afirmam que não deve demorar a reação do presidente contra as traições que impuseram a humilhante derrota ao petista, com a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas um dos alvos ficará em “banho maria”.
Trata-se do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que não deve sentir a represália até as eleições, período em que Lula avalia que o senador tem bala na agulha.
Uma das demissões seria a de Waldez Góes, titular do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, “peixe” de Alcolumbre.
Outro ministro ligado a Alcolumbre, Frederico Siqueira (Comunicações), pode até rodar, mas sua atuação técnica o deixará por último.
O petista quer aprovar PEC da Segurança Pública, para fingir que se interessa pelo tema, e sua agenda de não-trabalho: o fim da jornada 6x1.
A PEC da Segurança já está na gaveta de Alcolumbre, nem relator tem ainda, já a escala 6x1 deve chegar ao Senado no próximo semestre.

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