Além do impeachment de Gilmar Mendes, a oposição também apresentou queixas-crime contra o ministro e contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por omissão.

Entenda polêmica que levou ao pedido de impeachment de Gilmar Mendes

O embate começou quando Romeu Zema, pré-candidato à presidência em 2026, usou deep fake para atacar os ministros do STF Gilmar Mendes e Dias Toffoli nas redes sociais.

A tecnologia utiliza inteligência artificial para criar ou manipular vídeos, áudios ou imagens, simulando falas e expressões de pessoas reais. Na publicação de Zema, dois bonecos imitam as vozes de Gilmar Mendes e Dias Toffoli em um diálogo fictício sobre o caso Master.

O boneco atribuído a Toffoli pede que o decano anule as quebras de sigilo de sua empresa, aprovadas na CPI do Crime Organizado. Em troca, Gilmar solicita uma cortesia no resort Tayayá, do qual o colega era sócio.

Zema voltou a publicar o vídeo na segunda-feira: “Se um teatro de fantoches é visto como ameaça por Gilmar e Moraes é sinal de que a carapuça serviu. Os ministros não gostaram da nossa série “os intocáveis”. Beleza. Mas me processar por isso? O humor é usado pra criticar o poder desde que o mundo é mundo”, escreveu no X.

Com informações do Estadão Conteúdo