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Terça-feira, 06 de Outubro 2026
Notícias/Justiça

Após quase duas décadas, réu é condenado por homicídio em Florianópolis

Julgamento demorou a ocorrer porque acusado permaneceu anos sem ser encontrado e informado formalmente sobre o processo.

Após quase duas décadas, réu é condenado por homicídio em Florianópolis
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Quase 20 anos após um homicídio cometido em Florianópolis, um homem foi condenado pelo Tribunal do Júri da Capital.

O julgamento só foi possível após a localização do acusado, que permaneceu anos sem ser encontrado e teve a prisão preventiva decretada ainda em 2009. A acusação foi sustentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). 

Conforme apurado durante a investigação, a vítima e o acusado possuíam desavenças anteriores. Na noite de 29 de julho de 2007, os dois se encontraram em um estabelecimento comercial no distrito de Ratones e tiveram uma discussão. 

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Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), após deixar o local, o acusado retornou cerca de dez minutos depois portando uma faca e atingiu a vítima na região do tórax. O ferimento causou sua morte. 

Preso em flagrante logo após o crime, o acusado foi colocado em liberdade dias depois. Em 2009, a Justiça determinou sua prisão preventiva, mas ele não foi localizado para ser informado formalmente sobre o processo (citado). Por essa razão, o caso permaneceu suspenso durante anos, até que ele fosse encontrado. 

A situação mudou apenas em 2025, quando o acusado foi localizado, informado do processo e preso. Com isso, o caso voltou a tramitar e pôde ser levado a julgamento pelo Tribunal do Júri da Capital. 

Durante a sessão, os jurados reconheceram a autoria do homicídio e afastaram a alegação da defesa de que o crime teria sido cometido sob violenta emoção após provocação da vítima. O réu foi condenado a seis anos de reclusão por homicídio simples. 

A acusação foi sustentada pelo Promotor de Justiça Jonnathan Augustus Kuhnen, da 37ª Promotoria de Justiça, com atuação perante o Tribunal do Júri da Capital.

FONTE/CRÉDITOS: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

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