Um dos motivos para o atraso da votação do projeto que anistia os presos pela quebradeira do 8 de janeiro de 2023 é a saída do ministro Luís Roberto Barroso da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), o que deve ocorrer no fim deste mês.
Parlamentares envolvidos na articulação para votar o projeto relatam que, neste momento, o “passe” está muito caro, já que serviria de trunfo para Barroso até antecipar aposentadoria, o que ocorrerá compulsoriamente em 2033.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), somente irá pautar o projeto de anistia após receber “ok” do STF. Morre de medo.
Os governistas dizem que Barroso pode antecipar a aposentadoria. Acham que ele adoraria uma embaixada no circuito Helena Rubinstein.
Deputados mapeiam decisões de Edson Fachin e buscam se aproximar do ministro, que assume a presidência do STF no próximo dia 29.
