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Sabado, 14 de Marco de 2026

Notícias/Justiça

Crime controla mais de 1.000 postos de combustíveis, diz Lewandowski.

O ministro da Justiça e Segurança Pública determinou que a PF instaure inquérito para identificar atuação de grupos criminosos no setor.

Crime controla mais de 1.000 postos de combustíveis, diz Lewandowski.
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, estimou na 4ª feira (5.fev.2025) que o crime organizado tem controlado mais de 1.000 postos de distribuição de combustíveis para perpetrar crimes como o de lavagem de dinheiro. Lewandowski determinou que a PF (Polícia Federal) instaure um inquérito para investigar a atuação de grupos criminosos no setor.

O anúncio foi feito durante a 1ª reunião do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, criado em janeiro.
“O crime organizado tem utilizado postos de combustíveis como fachada para lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas. Estima-se que mais de 1.000 postos já estejam sob controle dessas organizações, o que afeta diretamente a concorrência, distorce os preços e compromete a segurança econômica do setor”, disse o ministro.

Participaram da reunião, além de Lewandoski e dos secretários do Ministério, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; o presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Alexandre Cordeiro Macedo; o presidente do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Ricardo Liáo; o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Pietro Mendes; o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas; entre outras autoridades.

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De acordo com Lewandowski, a investigação terá foco na formação de cartéis e na infiltração criminosa no setor. O trabalho da PF vai buscar, segundo o ministro, não apenas desarticular a infiltração criminosa, mas também fortalecer os mecanismos de fiscalização para garantir que o mercado de combustíveis opere de maneira justa e transparente.

Lewandowski também anunciou a criação de um subgrupo permanente, destinado a fornecer informações estratégicas para as autoridades competentes, promovendo a troca de dados entre os órgãos envolvidos. Composto por diversas agências e servidores da casa, esse subgrupo terá como missão apoiar a PF no aprofundamento das investigações.

“O crime organizado infiltrado no setor de combustíveis tem gerado grandes prejuízos à economia nacional, não só pela sonegação de bilhões em impostos, mas também pela prática de lavagem de dinheiro, adulteração de produtos e formação de cartéis”, afirmou. O ministro destacou que, com a união de esforços entre os órgãos públicos e o setor privado, que já havia identificado essa infiltração criminosa, agora há uma base sólida para um enfrentamento mais efetivo.

Nota da redação: As informações do Ministro Lewandowski estão defasadas ou desatualizadas.

Fala-se que o crime controla mais de 3 mil postos de combustíveis que são usados para lavar dinheiro do tráfico e também possuem usinas de etanol

FONTE/CRÉDITOS: Redação
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