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Domingo, 25 de Janeiro de 2026

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Alckmin nega que o governo brasileiro pediu redução de tarifa aos EUA

Vice-presidente afirma que não houve solicitação de prorrogação ou redução da alíquota e anuncia comitê para coordenar resposta do governo

Alckmin nega que o governo brasileiro pediu redução de tarifa aos EUA
Foto Antônio Cruz/Agência Brasil.
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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, negou que o governo brasileiro tenha solicitado aos Estados Unidos a redução da tarifa de 50% anunciada sobre produtos importados do Brasil.

Alckmin também refutou qualquer pedido de prorrogação do prazo para o início da medida, previsto para 1º de agosto.

“Não tem procedência. O governo não pediu prorrogação de prazo e não fez nenhuma proposta sobre alíquota, sobre percentual”, afirmou o vice-presidente.

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Alckmin defendeu que qualquer ação governamental deve, antes de tudo, levar em consideração a posição do setor produtivo brasileiro.

“O que estamos fazendo é ouvindo os setores mais envolvidos, para o setor privado participar e se mobilizar com seus parceiros nos Estados Unidos”, destacou.

Diante do impasse comercial, o governo federal anunciou a criação de um comitê interministerial para elaborar uma resposta estratégica à medida imposta pelos EUA.

A decisão foi tomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e terá a coordenação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com apoio da Fazenda, Casa Civil, Itamaraty e Secretaria de Relações Institucionais.

O grupo terá como missão não apenas pensar em mecanismos de diálogo diplomático com os Estados Unidos, mas também desenvolver estratégias para mitigar os efeitos econômicos da tarifa, inclusive com a possibilidade de buscar novos mercados internacionais para os produtos brasileiros atingidos.

A primeira reunião do comitê aconteceu ontem e foi dividida em dois blocos. O primeiro encontro, reuniu representantes da indústria nacional, com foco nos segmentos de aviação, aço, alumínio, celulose e máquinas. Já no período da tarde, foi a vez do agronegócio, com participação de setores como suco de laranja, carnes, frutas, mel, couro e pescado.

FONTE/CRÉDITOS: DP
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